sábado, 17 de janeiro de 2015

Na praia a Lua Iluminou-os

Tinha sido arrastado por amigos até aquela festa.
O baile tinha começado e ele encontrava-se encostado ao balcão do bar daquele hotel, no espaço onde se desenrolava a festa. Vestia calças e casaco e uma camisa que se desapertava sobre o peito… Os amigos tinham-se confundido com as pessoas que compunham a festa e já dançavam com pares femininos que os acompanhavam ao som da música que ecoava na sala. Estava ali a observar todo o ambiente e quase sem vontade de ali permanecer muito mais tempo, quando a vê caminhar pelo espaço em volta da piscina onde se desenrolava o baile como que deslizando debaixo da roupa que trazia vestida… Saia comprida e justa sobre as coxas, que lhe moldava o corpo e deixava ver os contornos das coxas sobe o tecido leve, preto e brilhante, em baixo a saia rodada dava-lhe um ar de elegância extrema… Em cima trazia uma blusa justa ao corpo que deixava perceber todos os contornos do corpo esbelto… Na frente um decote deixava vislumbrar os contornos dos seios que se adivinhavam belos e redondos, com as marcas do bikini na pele bronzeada pelo sol. As mangas compridas e rendadas, a blusa fechava-se com botões nas costas e por detrás abria-se um decote generoso enfeitado com fios que atravessavam o decote…
Ficou com o olhar preso naquela mulher que avançava entre as pessoas que dançavam e a roupa que vestia deixava adivinhar o belo corpo de contornos suaves…
Agora a vontade era ficar ali e poder dançar com aquela mulher que o enfeitiçou. E quando a música calma se começou a ouvir pelo átrio caminhou na direcção dela e pediu-lhe…
- Dance comigo esta música e me fará feliz…
Ela sorriu com a abordagem e não teve coragem de negar a dança, até porque ele era um homem bem interessante.
Dançaram… Mão na mão… A mão dele na sua cintura e a sua no ombro dele… Deslizaram naquele espaço transformado em sala de baile ao som daquela musica que os embalava…
A musica terminou e afastaram-se, ele fez como que uma vénia e agradeceu-lhe o privilégio da dança…
Para lá dos apartamentos do hotel que circundavam a piscina e o átrio que servia de local da festa, ficava a praia ali perto onde o mar se fazia ouvir na sua música de ondas esbatendo-se na areia…
Ele afastou-se até ao parapeito que ficava sobre a praia para fumar um cigarro e viu-a ali a olhar o horizonte.
- Então a Menina já deixou o baile?
- Já… E já não sou uma menina… Não encontrei ninguém interessante para dançar e mais ninguém que ficasse feliz em dançar comigo… Disse num sorriso.
- Dançar contigo foi um privilégio! Agora vim aqui fumar um cigarro e apeteceu-me passear pela praia… Queres fazer-me companhia? Está um luar maravilhoso de Lua-cheia…
- Sim!... Vou contigo, também gosto da Lua-cheia.
Caminharam pela areia… Ela tirou os sapatos e segurou-os na mão… A lua iluminava… O mar chamava… E, foram pela areia caminhando com passos lentos… Quando deram por si estava de mãos dadas como dois namorados… Ali onde as ondas se desfaziam na areia em rendilhado de espuma, iluminado pela lua parecia colcha de prata… Uma onda mais atrevida estendeu-se mais pela areia e molhou-lhe os pés e a orla rodada da saia preta, os brilhantes da saia iluminavam-se pela luz da lua…
- O teu vestido parece um céu estrelado…E o teu rosto lindo, a lua…
Ela com a mão livre levantou um pouco a saia molhada pelas ondas e sorriu…
Caminharam mais um pouco pela areia e ali á frente sentaram-se no declive de uma pequena duna de areia com as pernas estendidas, as ondas levavam o rendilhado até junto dos seus pés como que convidando a deitarem ali os corpos naquela noite de Lua-cheia…
Ele colocou-lhe a mão no ombro e ela recostou-se no seu peito…
Os corpos sentiram o calor, um do outro…
E os dois sentiram um tremor…
Olharam-se nos olhos e foi impossível resistir aquele beijo que colou os lábios…
Muitas ondas deslizaram pela areia da praia iluminada enquanto durou aquele beijo…
- A lua é mágica!... Não achas?... Disse ela…
- Sem dúvida que é!...
- Achas que fazemos falta na festa?...
- Creio que não… Acho que passam bem sem nós… A Lua-cheia e este mar chamaram-nos porque precisam mais de nós que aquela festa ali…
- Sim… Então é melhor fazer-lhes companhia…. E estendeu os braços em volta do pescoço dele e ofereceu-lhe outra vez os lábios…
Só um beijo não chegava… O abraço foi-se apertando e as mãos foram descobrindo os corpos…Por entre os botões desapertados da camisa sentia a mão dela e os dedos acariciando-lhe o peito…
Sobre o tecido fino sentia o corpo tremente dela… Os dedos caíram na pele do peito e sentiram a pela bronzeada marcada pelo bikini e debaixo da blusa sentiu-lhe os seios com os mamilos rijos… Desceu com a mão pelo corpo feminino e pousou na saia que contornava as coxas… Ela pousou a mão na dele e fez força…
O beijo continuava… As línguas, dançavam nas bocas o bailado de paixão e desejo…
As mãos desenlaçaram-se e ela ajudou-o a subir a saia para sentir nas pernas aquela mão quente… Como que a dizer… Toca-me! …Sente-me!
E ele sentiu-A!... Ali recostados na pequena duna de areia naquela praia perdida no meio do oceano…
Debaixo da saia sentia as pernas dela… Quentes… A saia um pouco justa cingia-lhe as mãos às coxas rijas, que ele tacteava com os dedos…
Nas costas sentia a mão dele que se meteu pelo decote e lhe acariciava a pele em toques suaves desde os ombros até á cintura, pois os botões já tinham saltado e franqueavam a pele sedosa daquele corpo feminino…
No seu peito sentia os hábeis dedos femininos, que lhe percorriam a pele liberta da camisa desapertada pela mão dela… Desde o pescoço até à barriga e sua pele foi explorada por aquela mão que ao descer sentiu sobre as calças o seu desejo ardente… E ela soltou um suspiro… Afastou um pouco as pernas num movimento quase involuntário para deixar que aquela mão a sentisse completamente… E ele sentiu-A Ali… Quente entre as coxas…
Na ponta dos dedos sentiu as calcinhas rendadas e adivinhou um enfeite em forma de flor… A ‘flor’ afastou-se e ela sentiu os dedos dele tocarem-lhe a intimidade ardente…
Estremeceu e apertou-se a ele… Na mão sentia em pleno o desejo intenso dele… Movimentos suaves ‘ali’ eram incontroláveis… Arqueou o corpo para sentir dentro de si o dedo daquela mão que lhe tirava a consciência…
Já nada fazia parar aquele desejo….
A flor das calcinhas ficou molhada pelo mel que dela brotou…
A mão dela humedeceu-se com a seiva que ela arrancou daquele corpo que tremeu sobe os carinhos que ela lhe deu….
Ele levou a mão inundada aos lábios e saboreou o gosto dela…
Ela saboreou o gosto dele na mão que o acariciou…
Beijaram-se com mais intensidade… As bocas coladas com desejo, luxúria e paixão… Saboreavam os gostos nesse beijo ao luar da Lua-cheia…
Esqueceram-se da noite de baile e ficaram ali até a Lua-cheia se despedir ao longe quando se deitou nas águas do oceano tingidas de alaranjado, qual colcha de cama que espera dois amantes….

Voltariam a encontrar-se? Talvez um dia…

Levaram a recordação de uma noite de paixão ao luar de Lua-cheia….

O Electricista

Foi chamado para resolver um problema eléctrico...
Bateu à porta e ela apareceu...
- Foi aqui que chamaram por causa de um problema eléctrico?
Viu um homem à porta de bata de trabalho, só com dois botões apertados, o que mostrava o peito masculino… Os olhos dela, perderam-se por momentos ali naqueles botões desapertados…
- Sim foi!... Entre!...
 Mostrou-lhe onde tinha o problema na electricidade... Umas tomadas na sala e na cozinha não funcionavam bem...
- Vou trocar de roupa, pois cheguei agora do trabalho...
- Por mim pode ficar assim. A senhora está muito bem...
- Não me chame de senhora, não sou tão velha assim.
- Bem... É uma Mulher linda e muito elegante, isso é!...
Ela sorriu e foi até ao quarto a pensar no que aquele homem disse...
No quarto ao despir as calças o fecho prendeu e ela não conseguia solta-lo... Lembrou-se que o electricista devia ter ferramentas que talvez a ajudasse... Veio até onde ele estava pedir auxilio...
- Podia ajudar-me com este fecho das calças?
Ele olhou para ela e ficou paralisado.
Só nesse momento é que ela reparou que já tinha despido a blusa e só vestia o soutien. Tentou ser o mais natural possível e manteve-se firme...
- Ajude-me!.... E ela segurava nas calças, já com o fecho meio desapertado…
O electricista tinha na mão um alicate de corte e aproximou-se dela, olhou-a nos olhos e ela manteve uma calma aparente, porque por dentro sentia uma convulsão. Aqueles olhos penetravam-na… Sentiu as mão dele segurarem as calças e tremeu sem se controlar com o toque inevitável das mãos dele na pele da barriga…
- Olhe… Vou ter que desfazer o fecho pois está mesmo estragado…
- Faça como quiser, depois mando colocar outro…
E ele com o alicate de corte de fios eléctricos, cortou o fecho das calças que se abriram, e, ele pode ver até abaixo as calcinhas de cor lilás com aplicação de renda em torno da cintura… Ela segurou as calças e sorriu…
- Obrigada!... Se não estivesse aqui nem sei se conseguia despir-me…
Ele olhou-a de alto a baixo e o olhar fixou-se nos seios moldados pelo soutien lilás com uma pequena orla de renda a contornar os seios…
A mulher voltou-se e ele ficou a tentar reparar a avaria eléctrica naquela casa…
Foi até ao quarto com o corpo ainda a tremer pela proximidade das mãos duras daquele homem com a sua ‘intimidade’… Um desejo passou-lhe pela mente… “que as mãos daquele homem a tivessem invadido, que se tivessem metido debaixo das calcinhas para sentir o seu calor que era abrasador”… Compreendeu ele não o ter feito… Mas desejava!... Acabou de despir-se e foi tomar um banho quente… No banho fez a depilação completa como sempre, depois deitou-se na banheira, deixou o jacto do chuveiro acariciar-lhe o corpo e demorou o jacto quente ali entre as pernas onde o desejo era imenso…
Saiu do banho perfumada… Vestiu-se… Colocou um conjunto preto de soutien e calcinhas rendadas… Depois vestiu um vestido cingia-lhe o corpo em cima e mostrava os contornos do corpo, a saia do vestido mais solta pendia até à altura dos joelhos… Calçou umas meias que lhe deslizaram nas pernas e cingiram-lhe as coxas com o rendado que se colou à pele sedosa… Sentiu-se sedutora e o desejo que aquele homem a despisse era grande…
Sem inocência, veio até aonde o homem estava e viu-o aninhado junto de uma tomada a fazer umas ligações, ele tinha na mão uma faca de electricista para descarnar os fios…
Ao ouvir passos junto de si rodou o corpo e olhou-a de baixo a cima… Em contra luz a transparência do tecido deixou-o ver as pernas dela até cima e notou-lhe as calcinhas e o soutien na leveza e transparência do vestido…
- Ajuda-me mais uma vez?... Hoje apesar do azar com os fechos tenho a sorte de o ter aqui… Este fecho do vestido também encravou e não consigo fechar… Pode ajudar-me?... E voltou as costas para ele ver como o fecho estava ainda aberto…
Ele levantou-se e viu o fecho quase totalmente aberto… Via o soutien que contornava o corpo e as alças que subiam até aos ombros… Teve um tremor no corpo ao ter ali aquela mulher tão perto e tão sedutoramente vestida…
Ele ficou por detrás dela com a faca de electricista, uma faca bastante afiada. Viu que o fecho estava intacto e nada o prendia… Pensou: - Que será que esta mulher pretende? Vou tentar saber…
Ela viu-o com a faca na mão e sentiu um arrepio, não com medo que ele lhe fizesse mal, mas o perigo daquela lámina cortante junto da sua pele causava-lhe excitação… Sentiu as mãos dele pousarem-lhe nas costas e os dedos dele na pele, o seu corpo tremia sem saber o que podia acontecer… Sabia que tinha ido ali pedir ajuda desnecessária… Tinha a consciência de provocar uma situação de desejo que lhe consumia o intimo…
- O fecho do teu vestido está bom… (reparou que ele já a tratou por tu e gostou…) que queres que faça?... Fecho ou deixo estar assim?...
- Faz o que entenderes… Disse com tom convidativo na voz…
Os movimentos dele eram lentos… Cadenciados e meticulosos… Pegou na faca e passou a lámina pela pele das costas dela… O contacto daquele metal frio e cortante excitou-a imenso… Queria sentir mais… Sabia que ia sentir… E sentia a ponta da faca a deslizar na pele das costas… Um arrepio intenso de prazer invadiu-lhe o corpo quando ele pressionou a lâmina na pele, sentiu dor, mas uma dor que lhe causava prazer… Rodeou-lhe o corpo com um braço, apertou-lhe os seios moldados pelo soutien rendado que ele sentiu nos dedos sensíveis, o tesão dele subiu e ela sentiu-o nas nádegas tenuamente protegidas pelo vestido… De seguida ele meteu as mãos debaixo do vestido e abraçou-a com a faca numa das mãos, apertava-lhe os seios e a barriga enquanto lhe mordia ao de leve os ombros e sentia nos lábios a pele feminina macia, sedosa e perfumada… Depois virou a faca para a frente e cortou o vestido desde o decote até à barriga… Ela teve um arrepio de prazer misturado com o receio de ser ferida… Um medo que lhe causava tesão… O vestido já não importava, queria era sentir aquele homem com toda a sua força…
Inclinou-a sobre a mesa, arrancou-lhe as calcinhas, beijou-lhe as nádegas, mordeu-lhe a pele e lambeu-a profundamente… Ela suspirava com prazer e tesão que aquele homem lhe dava… Agarrou-a com força pela cintura e penetrou-a por detrás… Entrou nela profundo…Apoiou as mãos em cima da mesa e gemia de prazer ao sentir-se penetrada pelo homem… Sentia-se fêmea a ser montada… Delirava de prazer e desejo… Sentia-se agarrada fortemente pelo braços masculinos e empurrava-se de encontro aquele pénis duro e latejante que se lhe afundava no corpo…Sentiu-o sair de dentro de si e foi agarrada de frente para ele…
Viu-o pegar na faca outra vez…
Depois a faca percorreu a pele desde a barriga até ao soutien entre os seios… Ela olhava-o cheia de desejo com aquele perigo da faca que mais tesão lhe causava… Ele meteu a faca debaixo do soutien e forçou…
- Que vais fazer?... Perguntou ela…
Ele não respondeu… A resposta foi, de um golpe forte e preciso cortou o soutien, entre os seios, que caiu em dois pedaços e os seios ficaram ali à mercê dele…
Ele baixou-se um pouco e beijou-lhe os seios com os lábios a rodearem-lhe os mamilos que apertou e mordiscou…
Suspirando ao sentir os lábios dele nos mamilos foi-lhe desapertando a bata de trabalho e acariciou-lhe a pele…
Olharam-se nos olhos…
- Que forma violenta de despires e tirares o soutien a uma mulher… ADOREI!!!!....
Ele pousou a faca na mesa ali ao lado e agora o perigo dela era estar nas mãos daquele homem… Nesse perigo todo, ela entregou-se… O corpo dela, foi assaltado de forma intensa… Pelas mãos do homem, pelos lábios e língua…
Empurrou-o e caíram no chão sobre o tapete… Com ele de costas no chão ela abriu as pernas, ajoelhou-se sobre ele e deixou-se enterrar naquele pénis erecto que apontava para cima… Ondulava as ancas num ritmo louco até o orgasmo lhe invadiu o corpo em chamas… Queria vê-lo explodir para si… Afastou-se um pouco e pegou-lhe o pénis latejante, acariciou-o com as mãos e com a boca, até ele soltar um jacto de sémen que lhe molhou a cara e os lábios… Beijou-o intensamente até o sentir mais calmo…
Caiu sobre ele até a intensidade abrandar…
Depois… Ela foi até ao quarto e ele saiu…
As tomadas tinham que esperar por outro dia para serem consertadas…


sexta-feira, 16 de janeiro de 2015

Ponto “G”… Esse enigma…??...



Ponto “G”…
Esse enigma…??...

Pois… Na minha curiosidade vasculhava e cuscava as prateleiras das revistas. Surgem-me “duas”… QG e COSMOMOLITAN… (não é publicidade!)
Nem costumo comprar muito estas revistas, vou mais na SÁBADO ou VISÃO, também a TV 7 DIAS… Mas desta vez calhou estas…
Pois… Claro… O Ponto “G”…
Uns dizem que existe, outros que é mito…
Outros ainda afirmam que é preciso, é saber tocar com sensibilidade “Aquela ZONA” Feminina!...
Também concordo com essa afirmação.
Verdade seja dita. Eu nunca me preocupei muito em descobrir onde se ‘esconde’ o Ponto “G”, se é que de facto existe… E não me tenho dado nada mal com essa ‘ignorância’… Não tem havido razões de queixa…
Mas sei que há “Ali” um Ponto ESPECIAL que ao ser tocado todo o corpo da Mulher estremece… Será esse o “G”?...
Não sou um miúdo, também não posso dizer que sou um expert.
Conversava um dia com uma Mulher muito Amiga e dizia-me Ela…
- Adoro fazer Amor!... De todas as formas… Mas… Quando sou penetrada por detrás… Normalmente o pénis toca-me num ponto que o meu corpo estremece, fico fora de mim, vagueio no éter, que um orgasmo intenso invade-me e… É tão bom!... Quase a única forma em que sinto o orgasmo ao se penetrada com o pénis…
Fiquei a pensar que ela tem razão… (pode não ser a razão plena…)
Na minha experiência, quando penetro a Mulher por detrás sinto que Ela sente um grande prazer e em momentos o corpo dela entra em “velocidade” de cruzeiro… Outras alturas em que as carícias são com a mão e os dedos penetram a vagina… (gosto de chamar ‘ratinha’… Acho carinhoso…) e ao acariciar há um ‘ponto’ ÚNICO que faz ELA ficar fora de controlo… Até quando a língua actua ‘Naquele’ “SÍTIO” o Corpo Feminino entra em êxtase… E é tão bom ver o prazer da Mulher ao ser tocada assim… Um Prazer que é também o meu prazer…
Outra altura conversando com outra Mulher perguntava-lhe se gostava de ser penetrada por detrás… Disse-me Ela…
- Lá estás tu… Vocês os homens tem essa fantasia de fazer sexo assim… Eu gosto de ver o homem de frente e o que eu gosto mesmo é sentir o pénis duro dentro de mim… Até os corpos estremecerem num orgasmo ou sentir o esperma cair em cima de mim… Que goso isso me dá!.. Mas sim!... Ser penetrada por detrás, gosto muito, sim!... Há qualquer coisa que me faz sentir um prazer enorme mesmo!!!...

É o Ponto “G”!... Já sei!...

Não sou um expert na matéria, mas acho que se sentem bem comigo… E, é um prazer ver e sentir o prazer que têm quando estão comigo!...



Noite de Desejo...Prazer...e Tortura


Tinham conversado sobre fetiches, desejos e prazer na arte de fazer amor e sexo…
Tinham alguns pontos em comum…
Gostavam de sentir prazer a dar prazer, saber que o parceiro gozava com o prazer que sentiam… Gostavam de sentir alguma dor durante o acto sexual… Gostavam de em alguns momentos ser submissos…
Ele disse-lhe que gostava de ser mordido no peito e nos ombros enquanto penetrava a companheira, isso dava-lhe prazer e o tesão aumentava ao ponto de todo ele latejar e estremecer…
Ela confessou-lhe que alguma dor e por vezes intensa, durante os preliminares era um afrodisíaco para ela…
Estas revelações deixaram-nos com desejo de se encontrarem para darem largas aos seus desejos…
O encontro aconteceu num local discreto…
Ele tinha levado algumas coisas, sabia que ela ia gostar de experimentar, nada de jogos complicados mas que deviam resultar…
Entraram no quarto, cama e um sofá ao canto, na frente do sofá uma mesinha… Na televisão passava um filme com cenas atractivas para eles, um casal deliciava-se com os corpos em delírio…
Ele vestido de casaco, camisa e calças, na cabeça um chapéu… Tinha um porte de gangster…
Ela vestia sensual… Vestia um casaco leve e curto que deixava ver a blusa fina de alças onde os seios sem soutien se destacavam e mostravam os mamilos rijos e erectos pelo desejo que dominava aquele corpo feminino… A saia sem ser demasiado curta mostrava as belas coxas das pernas bem torneadas e calçava umas sandálias de salto alto…
Ao entrar a porta fechou-se e eles ficaram aprisionados no seu mundo de fantasia, fetiches, desejos e paixão… Ali queriam soltar todos os seus instintos animais… Ele agarrou-a e beijou-a na boca como louco e assim soltou mais ainda o desejo dela… Ali não haveria gestos suaves, tudo seria feito com loucura…
Assim embalada nesse beijo intenso sentiu a mão dele subir-lhe a saia, afastar-lhe as calcinhas de seda e folhos e a mão fazer-lhe dor ao possui-la com dos dedos tensos… Estremeceu e mais tesão sentiu… Agarrou-se a ele e mordeu-lhe os lábios…
Voltou-a, agarrou-a pela cintura e mordeu-lhe os ombros… Inclinou-a sobre a cama e os dentes dele arrancaram-lhe as alças dos ombros e percorreram-lhe as costas até às nádegas que estavam à mercê dele pela saia subida… Com as mãos sobre a cama mantinha-se inclinada com a roupa em desalinho… Teve um arrepio de dor e prazer ao sentir uma mordida nas nádegas…
Sentiu-o nu inclinar-se sobre ela como um macho sobre a fêmea… Queria que ele a possuísse com violência, tinha os seios presos pelas mãos dele e as calcinhas não eram barreira capaz de deter o ímpeto de macho… Por detrás sentiu-o entrar em si com uma estocada forte… Com dor Sentiu-o, profundo e duro dentro de sim… Nova estocada tirou-lhe as forças, agarrou a colcha da cama até as unhas se cravarem e soltou um grito de prazer que aquela dor lhe dava… Nas nádegas ainda sentia os dentes dele quando ele a deitou na cama de costas… Assim deitada abriu as pernas para o receber… Estava nu na frente dela e ela chamou-o…
- VEM!!!!....
Encaixou-se entre as pernas dela e penetrou-a com intensidade… Ela agarrou-o pelas costas e cravou-lhe as unhas na pele… Mordia-lhe o peito ao sentir dentro de si o pénis duro e pulsante em movimentos fortes… Ele com as mãos debaixo dela agarrava-lhe os ombros e prendia-a fortemente a ele…
Das gargantas soltou-se gritos quando um orgasmo os atingiu e lhes dominou os corpos…
Depois de um banho a dois…
Ele ordenou-lhe…
- Veste isto… E apontou para cima da cama onde estava a roupa que ele queria que ela vestisse... Uma roupa de gangster… Casaco e calças…Sem soutien, sabia que ela não gostava de vestir…Calcinhas a condizer, meias e cinto de ligas… Ela apanhou a roupa e foi vestir-se fora do alcance dos olhos dele…
Quando voltou ele estava sentado no sofá de pernas cruzadas e com um copo de vinho na mão… Saboreava o vinho e olhava-a com olhar de bandido…
- Que queres? Perguntou ele… E continuou… - Vens para conversar comigo ou negociar como gangster bandida?
- Depende dos teus propósitos… Posso ser branda ou fazer-te doer o corpo… E como negócio é negócio, vamos negociar
Aproximaram os corpos e ele ainda com o copo na mão deu-lhe a beber do vinho… Deixou algum derramar pelo peito dela a baixo, o vinho escorreu pela barriga e foi desaguar debaixo das calças dela e molhou-a…
- Não voltes a fazer isso… E retirou uma pistola do bolso e apontou ao peito dele… - Despe-te, quero ver-te nu… Ele despiu-se…
Depois num gesto rápido retirou-lhe a pistola da mão com um torção e a dor fez-lhe soltar um grito…
Ela sabia que não podia competir com a força do homem e submeteu-se… Agora ele com a arma apontou e disse.
- Despe as calças… Não gosto de ver uma mulher de calças… A mulher deve vestir saia…
Ela assim fez tentando esconder a faca que trazia escondida numa meia…
Voltou-se e tentou atingi-lo com a faca… Mas foi desarmada e agora estava indefesa…
Ele pegou na faca de ponta afiada, apontou-lhe debaixo do queixo e pressionou até lhe fazer doer, uma gota de sangue surgiu… Ela estava estática e o prazer da dor sobrepunha-se à vontade dela…
Assim levou-a até à cama e ordenou-lhe que se deitasse de barriga para baixo…
Despiu-lhe o casaco e deixou-a somente com as calcinhas, as meias e os sapatos… Depois prendeu-lhe as mãos á cama com os cintos das calças e ela ficou ali de corpo e pernas estendidas à mercê dele…
Ele colocou-se sobre ela disposto a fazê-la sofrer dor…
Com a ponta afiada da faca percorria-lhe o corpo, desde o pescoço pelas costas até às nádegas… Desenhava contornos no corpo dela e ela contorcia-se com o prazer que a dor lhe dava… Sentiu nas pernas a ponta da faca a ferir-lhe a pele… Depois a ponta da faca pressionou as nádegas e um fio de sangue soltou-se… A dor foi aguda e ela gemeu de prazer… Outra vez a faca tocava o corpo dela, agora entre as nádegas até onde o prazer dela era imenso… A faca de ponta afiada percorria-lhe a intimidade húmida de prazer. A lámina fria e afiada causava-lhe arrepios, não tanto pelo perigo de ser ferida, mais pela excitação da dor…
O prazer dele era o prazer dela… Sabendo que a dor lhe causava prazer a excitação dele aumentou, então subiu no corpo dela e o pénis duro meteu-se entre as nádegas dela… E numa estocada forte penetrou-a por detrás com força e violência… Ela soltou um grito de dor misturado com prazer… E afundou a cabeça nas almofadas… Com as mão presas pelos pulsos fechou-as e as unhas cravaram-se nas palmas até sentir dor… Ainda a penetrava, soergueu-se, pegou na faca e marcava-lhe a pele… Passeou nas costas o fio afiado da faca… Pressionou um pouco, ela não resistiu e entre suspiros de prazer pediu…
- Fere-me…
Com a ponta da lámina feriu a pele sedosa e um fio de sangue correu pelas costas da mulher, molhando de vermelho a pele sedosa… Um contraste que o deixou debaixo de uma excitação imensa e voltou a penetra-la com intensidade… E o sangue dela molhou-lhe o peito…
Ela soluçava de dor, prazer e desejo… Doía-lhe os pulsos e, ela pediu…
- Solta-me! Quero morder-te o peito e arranhar-te as costas quando te deitares sobre mim e me possuíres…
Soltou-a, ela rodou o corpo e ficou de costas na cama… Os seios apareceram redondos com os mamilos rijos… O fio frio da faca contornou os mamilos e ela gemeu de prazer… A ponta da faca contornou os seios e causava-lhe dor, percorria-lhe os contornos do corpo coma ponta da faca e mais uma vez o sangue dela brotou duma incisão abaixo dos seios… O sangue dela corria pela pele branca e ele colou a dele ali… Beijou-lhe as coxas e entre elas… Saboreou-lhe o gosto de mulher quando lhe beijou a vagina e meteu a língua entre os lábios da ‘ratinha’ e dentro dela… Com os lábios sugou-lhe o clítoris… Abriu boca e mordeu-lhe os lábios da ‘ratinha’ molhada… Ela teve um arrepio e contorceu o corpo embalada no prazer que a dor lhe causava… Nas coxas voltou a sentir a lámina afiada e a ponta rasgou-lhe as meias e a pele… Sentia cada vez mais próxima a lámina da vagina ansiosa pelo pénis dele… Sentia-se latejar por dentro e todo o corpo dela tremia… Entre os lábios da ‘ratinha’ sentiu o frio da faca… E a ponta afiada marcou-lhe os lábios da vagina de onde saíram duas gostas de sangue como dois botões…
- A tua “RATINHA” agora parece uma rosa vermelha…
Deixou a faca entre os seios dela e meteu-se entre as suas pernas para a possuir… O perigo da faca era constante e isso dava-lhes prazer
Ela estendeu os braços e puxou-o sobre si…Deixou o seu corpo estender-se sobre o dela, ela abraçou-o e cravou-lhe as unhas vermelhas nas costas, de tal forma forte que ele gemeu e contorceu o corpo… Enquanto lhe lambia o peito molhado pelo seu sangue… Abriu mais as pernas e abraçou-lhe o corpo com as pernas em volta da cintura…
O Pénis erecto não precisava ser guiado e entrou pelo corpo dela dentro… Sentiu debaixo de si o corpo feminino ter um espasmo quando a penetrou com violência… Sentia nas costas as unhas vermelhas cravadas e a arranhar-lhe a pele… Era a vez dele sangrar… Estavam unidos nesse suplício de dor, prazer, desejo e paixão…
Debaixo dele, ela mordeu-lhe o peito com força… Ele tremeu de prazer e mais duro ficou dentro dela… O pénis pulsava intenso e era envolvido pelo calor que a “ratinha” dela emanava… Ao morder-lhe o peito a ponta da faca que estava entre os seios feriu-lhe o pescoço… Ele pegou na faca a colocou-a sobre a mesinha ao lado e afastou o perigo de maior ferimento… Agora eram eles que dava prazer um ao outro…
O prazer de um era sentir o prazer de outro…
Abraçados encaixaram os corpos um no outro, e a dor que sentiam era não conseguir fundir-se um no outro tamanho era o desejo... E voltou a morder-lhe a pele para o sentir mais e mais rijo dentro de si...
Rodaram na cama e ela agora sobre ele dominava-o como gangster que era e infligia-lhe dor com as unhas vermelhas a arranhar-lhe o peito enquanto abria as pernas e aninhada no corpo dele dançava uma dança de desejo e sentia-o dentro de sim fortemente encaixado…
Soube o momento… Entre as pernas dela o corpo dele estremeceu… Abaixou-se e voltou a morder-lhe o peito e cravou-lhe as unhas nos ombros…
Pulsante e duro dentro de si, sentiu o primeiro jacto de esperma na profundeza do seu corpo e nesse momento libertou um orgasmo de si tremendo sobre ele e soltando gemidos de prazer…
Escorregou no corpo dele e beijou-lhe o pénis ainda gotejante de sémen… Meteu-o na boca, lambeu e sugou o sabor do homem que lhe dava imenso prazer ao lhe infligi dor no corpo…


Quando saíram do seu mundo onde desaguaram os seus desejos levavam nos corpos as marcas da paixão, volúpia e desejo com que se amaram…