terça-feira, 25 de abril de 2017

Chegou de Viagem:

Chegava de viagem, cansado… Carente e desejando os teus beijos….
- Vai arrumar-te e vai tomar um banho. Já preparei a banheira com água quente… Relaxa na água quente que eu já venho ter contigo… Disseste…
Deitei-me na banheira de água quente, a espuma envolveu o meu corpo sedento e carente dos teus beijos…. Relaxei e fechei os olhos pensando que queria os teus lábios no meu corpo inteiro…
Apareceste… Vinhas bela…
No teu corpo um baby-doll branco… Rendado no peito que deixava vislumbrar os teus seios e as alças finas pelos ombros deixavam-te sensual… Sobre o baby-doll um robe fino, também branco. Uma tanguinha branca, rendada, que te deixava muito sedutora… Nos pés umas sandálias de salto…
Aproximaste de mim e beijaste-me… Deixaste as tuas mãos percorrer o meu corpo todo debaixo da água com espuma… Sentiste-me… Senti as tuas mãos pelas minhas pernas… Acariciaste-me as pernas todas e o meu corpo reagiu aos teus toques… Entre as pernas me acariciaste devagar… Na mão sentiste o meu desejo por ti… Intenso…
Disseste ao meu ouvido…
- Vou assaltar-te……………….
Estava recostado na banheira e entraste nela… Ali ficaste em pé na minha frente… Ondulavas o corpo ao som da música que colocaste a tocar… Música lenta e envolvente… A visão do teu corpo assim a minha frente era divina e avassaladora pela sensualidade que emanavas….
O robe tocava na água de espuma e ficava molhado… Sorrindo, abriste a torneira da água e a chuva quente caiu-te por cima do cabelo derramando gotas de água sobre os teus ombros…
O robe ficava totalmente molhado e colava-se ao teu corpo…
Como segunda pele baby-doll colava-se também à tua pele… O teu corpo brilhava de sensualidade…. O meu CORPO reagia loucamente… Adivinhavas que eu estava louco de desejo e tardavas em assaltar-me fazendo-me sofrer e tremer…
Bailavas debaixo da água quente do chuveiro, ondulando o corpo… Via a tuas pernas por onde gotas de água escorriam… O robe abria-se e deixava ver-te as pernas até onde a tanguinha te escondia… Despiste o robe…
Chegaste-te a mim…Aninhaste-te na minha frente… Colocaste as mãos na parede e ofereceste-me as tuas coxas pra beijar e acariciar… Afastei a tanguinha e beijei-te ali… sentindo o teu gosto de mulher…
Depois pegaste-me… Fazias movimentos cadenciados… O meu corpo tremia e latejava…
O teu baby-doll não escondia o teu corpo o suficiente… Aninhaste-te sobre mim…
Desejava-te intensamente…Sabias…. O teu corpo ajeitou-se no meu…A tanguinha foi afastada do caminho que era impossível parar…
Desceste no meu corpo… Entrei em ti docemente…. Agora o bailado do teu corpo era sobre mim… O teu corpo ondulava no meu…….. O meu corpo dentro do teu sentia o teu fogo… Ardias por dentro… Queria queimar-te mais….
Queimavas-me com teu corpo sedento…
Os nossos corpos bailavam um bailado sensual…
Até explodirem em êxtase….

A cama recebeu-nos para ali continuarmos a dança dos corpos unidos pelo amor de fazer amor….

segunda-feira, 24 de abril de 2017

"Em seu quarto, deitada na sua cama…

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......"Em seu quarto, deitada na sua cama… Ouvia a chuva levemente caindo lá fora...

Leve tecido envolvia o seu corpo nessa tarde de chuva… O seu quarto estava aconchegante e desejava um aconchego no seu corpo... Lembrou-se que há muito tempo o seu corpo não sentia o corpo dum homem... Fechou os olhos e sem dormir sonhou........... Mesmo debaixo dos lençóis rolou na cama e os lençóis em desalinho ficaram... A sua veste leve e fina com os movimentos do corpo deixou-a quase desnudada... As alças caíram dos ombros e as pernas ficaram quase nuas... Sentia o calor no corpo e um fogo que queimava o seu íntimo...
Deixou as mãos navegarem pelo corpo e sentiu a sua pela queimar… Tremeu e desejou…
Nas pernas sentia como que fossem as mãos dele acariciar… Tremia…
No corpo como que sentia… Os lábios dele a beijar…. Sentia…
Nos seios com os dedos tacteou e a boca dele desejou… Tremeu… 
No fino tecido que o corpo envolvia as mãos dele sentia… 
Nos seios já desnudos os mamilos tocou… E pelo corpo um tremor lhe passou…
Via-o entrar no quarto… O quarto aconchegante… Sentiu as mãos dele tocarem-lhe… O sou corpo ficou alerta e desejou… Mais e mais carinhos…
A chuva caía… Os pingos marcavam o compasso do desejo enquanto seu corpo se cobri de beijos… Suas vestes em desalinho no corpo deixavam-na mais desejosa… Sentiu o seu corpo ser invadido e queimava por dentro… Suspirou… E um gemido soltou… Os seios duros…os mamilos rijos ansiavam os toques… Tocou-lhes e acariciou… Já não voltava dessa viagem iniciada….Queria mais….Dava-se mais… 
Dentro de si sentia… Seiva dela escorria… Parar já não podia…
Era o corpo dele que dentro do seu sentia… E queria…
Latejando e vibrando, deixou que um orgasmo lhe invadisse o corpo e o íntimo…
A chuva continuava caindo… No seu corpo a volúpia se ia desvanecendo… 
Deixou-se ficar ali deitada na cama em desalinho… As pernas ainda tremiam e na sua pele as marcas dele sentia…
Não abriu os olhos… Queria nessa letargia ficar… Ouvindo as gotas de chuva cair e o chão molhar…
Era noite quando consegui da cama levantar… 
Teria sonhado ou ele consigo teria estado?...

sexta-feira, 14 de abril de 2017

De vestido vermelho mini


De vestido vermelho mini nas escadas te vi. ..
Te contemplei...
Um desejo percorreu meu corpo...
De abraçar e teu corpo sentir...
Sentir teu calor e teu perfume...
O desejo de beijar tuas pernas meu corpo invadiu...
A vontade de nos dedos e mãos sentir as tuas pernas e a macieza da tua pele…
Assim...
O desejo de desvendar o segredo que o vestido mini Vermelho esconde...

O desejo de fazer subir teu vestido e tuas coxas beijar. Mais e Mais…

Chegaste com a tua camisa de noite

Chegaste com a tua camisa de noite preta rendada transparente. Sentado no sofá te olhava. Ao te ver meu corpo tremeu... Um arrepio percorreu meu corpo... Inclinaste-te sobre mim e beijaste minha boca... Senti a maciez dos teus lábios e o teu perfume me envolveu. assim inclinada sobre mim o teu decote se abria e os teus seios eu via. Com As minhas mãos no teu corpo sentia a tua pele macia através do rendado da camisa de dormir... No meu corpo outro arrepio e não era de frio.... As minhas mãos subiram até aos teus ombros e sorrias para mim. com os dedos brinquei com as alças finas....enquanto o teu peito beijava....e os teus seios contemplava... Com os dedos fiz descer as alças dos ombros e deixei desnudados os teus seios.. ... Beijei-Os.... Beijei os mamilos rijos... Saboreei o teu aroma... senti a tua pele macia... Fechaste os olhos e ouvi-te um suspiro quando apertei entre os lábios os teus mamilos..... Ajoelhaste no assento do sofá com uma perna de cada lado das minhas. sentias meu corpo latejante. As alças caídas nos teus braços nus abraçaste meu pescoço.... Teus seios ali junto do meu rosto eu beijei... Beijei tua barriga sobre o rendado transparente. ... as minhas mãos acariciavam tuas pernas e subiam nas coxas.... O sofá ficou e a cama nos recebeu. Deitada de costas na cama contemplava-te... Deixei minhas mãos vaguearem pelo teu corpo inteiro. Os dedos tecteavam tua pele pedacinho a pedacinho... que bom era sentir assim a tua pele através do rendado fino.... Inclinei-me sobre ti e beijei tua barriga....fiz a tua camisola subir e beijei tuas pernas ....Beijei tuas coxas de pele macia como seda...BEIJEI-TE INTEIRA... Sentia o teu perfume e aroma de mulher... Contemplava-te e meu corpo tremia... Abriste os braços e me puxaste sobre ti. No teu corpo só a camisa de dormir preta rendada transparente havia... Sentiste meu corpo rijo... tremente... duro... latejante... Ondulamos num bailado sensual. E... Senti o teu corpo ardendo... Sentiste em ti o meu corpo queimando.... Até gemidos saírem das gargantas num clímax intenso.... ..... ..... ....

quarta-feira, 2 de dezembro de 2015

A Vizinha Tocou...(3)

Nessa noite ao chegar à porta tocou… A porta não se abriu… Esperou… Tocou outra vez…
Deitou a mão ao puxador e com surpresa constatou que estava aberta, como um ladrão entrou pé ante pé… Vestia um vestido curto, justo, vermelho com pintas brancas, de alças… Encontrou-o nu no quarto de banho encostado à banca lava-mãos…
- Assustaste-me ao ter a porta aberta… Coloca a toalha na cintura, quero ser eu a tirar… Descalçou-se e desceu as alças dos ombros… Pousou-lhe as mãos nas ancas e beijou-o… Ele encostado deixou-se levar por ela… A toalha caiu-lhe da cintura… Dos ombros desceram as alças e nas coxas subiu o vestido para deixar as pernas abrirem-se assim deitada no chão do quarto de banho e com as pernas abraçar-lhe o corpo masculino que se deitou sobre ela… E o chão do quarto de banho serviu como leito onde eles soltaram mais uma vez o desejo de volúpia e paixão… Nas costas sentia o frio do chão, sobre o corpo sentia o calor do corpo dele… Dentro de si sentia-o a pulsar de desejo… A cada estocada dele arqueava as ancas para o receber mais fundo na sua fonte de prazer... Abraçou-lhe a cintura com as pernas a prendeu-o a si… Queria-o ali dentro mais e mais…
Aquela dupla personalidade deles deixava-os mais sedentos de desejo que à noite soltavam um no outro… O maior prazer era darem prazer um ao outro…
- Nunca me senti assim desejada… Eu sei que um dia isto acabará… Tanto da tua parte como da minha, mas quero usufruir o máximo de todos estes momentos lindos que temos proporcionado um ao outro… Desejo por prazer, prazer pelo desejo… Assim me sinto!... Durante o dia quando penso em ti sinto-me húmida, é difícil e doloroso esconder e aguentar… Obrigada por me fazeres sentir uma mulher desejada… Quero que me sintas assim… Somente…




Os dias passavam e o computador continuava estático em cima da secretária dele…

domingo, 15 de novembro de 2015

A Vizinha Tocou...(2)

.................... 


............... ..... No dia seguinte de manhã, encontraram-se no elevador… Ele olhou-a e disse bom dia… Ela vestia como sempre e respondeu, mas com o ar distante de sempre, ninguém imaginaria que o se tinha passado entre eles na noite anterior…
À noite à mesma hora…Tocou na campainha do apartamento dele…
Ele com a toalha atada à cintura abriu…
- Desculpa o incómodo, vinha ver se o meu computador já estava pronto.
- Ainda não, hoje ainda não lhe toquei, entra, vem ajudar-me…
Ela entrou… Calçava sapatos de salto alto…
Mini-saia e casaco, uma bolsa pequena ao ombro… Ficou parada à porta a olhar o chão…
- Sinto-me como uma fêmea que vem à procura de macho… Queres ser o meu macho? Sinto-me assim hoje!... 
A porta fechou-se…………………
Ele pegou-lhe na mão com carinho…Ela rodou o corpo e ficou de costas, ele soprou-lhe o cabelo e o pescoço num sopro suave…
- Que bom! Disse ela… - Tão bom!!!... Depois Beijou-a nos lábios, no rosto e no pescoço com suavidade… Levou-a até ao sofá e agarrou-a por detrás pela cintura… Deixou a toalha cair… Apertou-lhe a barriga e de um impulso abriu-lhe o casaco, os botões saltaram como que disparados… De roupa interior ela só trazia uma tanguinha que ele depois descobriu… Agarrou-lhe os seios e inclinou-a sobre o assento do sofá, ela apoiou os joelhos no assento e as mãos no encosto… A bolsa ainda no ombro caiu-lhe sobre o braço… Com as pernas um pouco afastadas sentia nas coxas o pénis dele roçar-lhe a pele… Ele tentava levantar-lhe a saia, mas sendo justa não facilitava… Simplesmente agarrou e fez força, as costuras não resistiram e soltaram-se separando a saia em dois pedaços… A tanguinha parecia que queira protege-la, mas era barreira insuficiente para tanto desejo deles… Uma mão arrancou a tanguinha que se despediu do corpo dela em bocados… Ela arqueou as ancas e recebeu-o assim por detrás como uma fêmea recebe o macho… Uma estocada quase lhe tirou os sentidos e eles gritaram de prazer… Suspiros ofegantes saiam das gargantas deles e instantes depois um clímax atingiu aqueles corpos sedentos de desejo e prazer um pelo outro…
A noite foi longa… Ou pequena, para eles… Deixaram o prazer de se terem dominar-lhes os sentidos…
De dia eram iguais a todos os dias, poucas palavras trocadas, quase desconhecidos…
À noite soltavam o instinto animal e entregavam-se um ao outro pelo desejo de sentirem prazer…

 O computador continuava em cima da secretária dele….......................

sexta-feira, 15 de maio de 2015

A Vizinha Tocou...(1)

Acabava de tomar banho quando tocaram à campainha da porta insistentemente...
Enrolou a toalha em volta da cintura e foi ver quem era...
Ainda com o corpo molhado vai até à porta para abrir... Pensava que seria o amigo dele, pois tinham combinado sair pra ir jantar e gozar um pouco a noite..... Com este pensamento deitou a mão ao puxador da porta...
Agora lembrou-se que o amigo tinha telefonado a dizer que não podia ir e tinha desmarcado o jantar... Mas… Tarde demais!!... Já tinha aberto a porta e ela estava ali na sua frente, ele só com a toalha em volta do corpo pela cintura... Era a sua vizinha, trazia nas mãos o computador portátil ainda aberto… Vizinha há bastante tempo mas nunca tinham falado.
Já se tinham cruzado várias vezes, mas ele não a achava simpática, ela sempre muito formal, quase sempre vestia saia e casaco, outras vezes calças e casaco, mas normalmente vestia saia, bolsa ao ombro e normalmente uma pasta com documentos no braço, usava óculos e sempre um pouco distante… Quando passava por ele nas escadas ou no elevador quase nem falava, era preciso ele dizer sempre primeiro bom dia ou boa tarde para ela responder, se ele nada dizia ela também não falava…
Estava ali em frente da porta com a toalha atada à volta da cintura, o corpo ainda a escorrer água e como não esperava aquela visita ficou mudo de espanto… Ali a vizinha parecia-lhe outra mulher…
Vestida da mesma forma mas muito mais elegante, ou ele naquela situação assim a via… Saia mais curta que normalmente e casaco, debaixo do casaco não vislumbrou mais nada a não ser a pele dela, e, pelo decote que o casaco deixava, podia ver que colado à pele o soutien protegia os seios. Protegia e mostrava-os sedutores… Pensou…
«- Será esta a mesma mulher com quem me cruzo tantas vezes e parece que está noutro planeta… Uma mulher que não parece deste mundo? Agora aqui, está uma mulher atraente demais…»  
Perante esta aparição na sua porta nem sabia o que dizer.
- Olá, desculpa receber-te assim, mas não te esperava, pensei que era um amigo que vinha chamar-me para ir jantar.
- Oh, desculpa… Não quero incomodar. Vinha pedir-te um favor mas então venho noutro dia…
- Não faz mal e o meu amigo até já desmarcou o jantar, eu é que tinha esquecido e abri a porta neste estado a pensar que era ele.
- Ok!... Mas não te preocupes, por mim estás bem assim… E sorriu… - mas posso entrar então? É que tenho um problema no computador e vinha pedir-te ajuda.
Reparou então que ela trazia o PC portátil na mão e ainda aberto…
- Sim entra!... Eu vou vestir-me e já volto…
- Não precisas, podes estar assim que eu não me incomodo nada.
- Eu não sei se consigo resolver-te o problema.
- Acho que sim! Acho que és capaz e eu ainda precisava terminar um trabalho hoje.
O apartamento era pequeno, ele tinha a secretária no quarto, ali é que fazia os trabalhos que algumas vezes trazia para casa… A vizinha foi atrás dele até ao quarto, ele pousou o computador em cima da secretária e ele sentou-se para tentar resolver o problema que ela tinha no computador… Sentia-se um bocado constrangido por estar só com uma toalha em volta da cintura, mas reparava que a sua vizinha estava muito mais à vontade que ele. Enquanto ele vasculhava o PC, ela sentou-se descontraidamente na cama, cruzou as pernas e apoiou os braços para trás e ficou a vê-lo trabalhar… Assim sentada a saia subiu e mostrou umas belas pernas, bem torneadas e envoltas numas meias de seda que terminavam num rendado sobre as coxas que se divisavam em parte pela saia subida… Ele não a via neste estado de sedução, pois ela estava atrás dele, sentada na cama desapertou mais o casaco enquanto ele tentava resolver o assunto no computador… Já só sobrava um botão apertado no casaco dela quando ele rodou a cadeira e se levantou para ir buscar um CD com suporte informático que o auxiliasse naquele problema do portátil dela… Ficou estático ao vê-la assim… O casaco deixava ver todo o peito dela até abaixo do soutien que agora se via por completo… Os pés no chão com sapatos de salto alto, pernas dobradas com as coxas embelezadas pelo rendado das meias que a saia agora ainda mais subida mostrava sedutoramente…
Com os movimentos de sentar e levantar, a toalha soltou-se e ao levantar-se caiu-lhe… Ele ficou nu na frente daquela mulher que ele sempre via como antipática e sem atracção, agora estava ali na frente dele com o casaco quase aberto, soutien visível por completo, com os seios belos e redondos que ele achou nunca ter visto iguais, pernas compridas e com as coxas assim envolvidas naquele rendado, achou que era uma imagem bela demais e incrivelmente sedutora para ser verdade… Teve que fazer um esforço enorme para se conter ao primeiro impulso…
Ela viu-o ali junto de si, nu, totalmente depilado e o desejo que guardou tanto tempo aumentou e não se conteve... Ele ia baixar-se para apanhar a toalha quando ela se levantou, pousou-lhe as mãos no peito e disse…
- Deixa-te estar assim, eu já vi alguns homens nus, não tenhas problemas… Talvez a minha vinda aqui não tenha sido totalmente inocente, talvez com esperança de te ver assim… Nu, só para mim…  
Ele estava sem reacção… Mas aquela “parte” do corpo dele que é comandada pelos sentidos não se conteve, reagiu e mostrou que o cérebro comanda muitas vezes sem o controlarmos, basta os olhos verem… O desejo sobrepôs-se…
Ainda com as mãos no peito dele disse-lhe.
- Eu já não sou uma menina inocente, como talvez penses… Eu também tenho desejos íntimos como todas as mulheres, e, se quando passavas por mim e eu quase nem falava, era porque não conseguia articular nenhuma palavra de tanto desejo que tinha por ti… Podes crer!...
Durante as palavras, ela não se conteve e deixou as mãos desceram do peito dele, uma deslizou até às costas, a outra agarrou-lhe o pénis que mais erecto ficou… Depois encostou-se ao corpo dele beijou-o na boca e deixou o seu corpo sentir o dele… Roçou-se naquele corpo viril, prendeu-se-lhe ao pescoço e sofregamente beijava-o na boca… Depois abaixou-se e foi beijando o corpo dele no caminho entre a boca e o membro erecto…Aninhou-se na frente dele e agarrou-o pelas costas deixando as unhas arranharem-lhe a pele… Ele fechou os olhos e deixou-se embalar naquele sonho bom… Deixou os sentidos soltos e vaguearem ao sabor do desejo… Sentiu o pénis envolvido pela boca quente e doce… Os movimentos de vai e vem eram cadenciados… Ora afastava a boca ao longo do membro erecto até à glande, ora sentia-o entrar entre os lábios que o cingiam até ser totalmente engolido… As sensações eram dolorosas de tanto prazer e desejo… Pousou as mãos nos ombros dela e afastou o casaco que caiu sobre os braços e ela ficou com os ombros nus, as alças do soutien preto davam-lhe mais sedução… Enrolou os dedos no cabelo dela e marcou-lhe o ritmo dos movimentos… Com uma mão agarrava-lhe as nádegas e cravava as unhas na carne dele, ao mesmo tempo sentia a cada impulso que o pénis mais volumoso ficava… Rijo e pulsante… Sabia que a qualquer instante ele ia soltar o sémen e queira-o na boca… Desejava… Queria sentir um orgasmo junto com ele… Assim aninhada, com a saia subida nas coxas deixou uma mão entrar debaixo da tanguinha e acariciou-se a si mesmo… Com a mão pressionou a vagina, o dedo médio meteu-se entre os lábios carnudos e escorregou para dentro dela… Com a própria mão acariciava-se… Na boca mantinha o membro latejante… Sentiu as nádegas dele ficarem tensas e adivinhou que o momento tinha chegado… Agora agarrou-se com as duas mãos às nádegas, na boca sentiu um espasmo e recebeu um jacto de sémen… No momento o seu corpo estremeceu e um orgasmo inundou-lhe o corpo e os sentidos enquanto o esperma abundante lhe molhava o rosto e caia pelos seios…  
Ele puxou-a e levantou-a… Beijaram-se demoradamente… Até caírem na cama… Ela sentiu o corpo dele sobre o seu e sobe o peso do homem o seu corpo afundou no colchão fofo… Beijou-a longamente cheio de desejo, paixão e luxúria… Beijou-lhe os ombros, com os dentes marcou-lhe a pele… Ela segurava-lhe a cabeça entre os seios e ali sentiu a língua dele molhar-lhe a pele… Arrepiou-se quando sobre o soutien rendado os mamilos foram apertados entre os lábios dele… Nos seios sentia a respiração ofegante do homem que a prendia debaixo do corpo e ela sentia-se bem…
No corpo dela só restava o soutien, as meias, o cinto de ligas e a tanguinha preta rendada… A boca dele desceu-lhe pela barriga e foi encontrar a fonte do prazer… Quente e húmida…
Deitada de costas na cama abriu mais as pernas para o deixar tomar-lhe o corpo com a boca… Sentia a respiração dele, quente, ali entre as pernas… Quando sentiu a língua dele a lamber-lhe os lábios da vagina e o clítoris, teve um estremecimento… Estendeu os braços sobre a cama como a querer agarrar algo que lhe fugia, agarrou com força a colcha da cama e gemeu de prazer quando a língua dele a penetrou… Mais uma vez teve um arrepio quando sentiu a rasgar a renda da tanguinha que os dentes dele arrancavam… Nas coxas os lábios e língua dele vagueavam e deixavam rastos de saliva e prazer no corpo dela… Outra vez foi invadida pela língua dele ali na sua “ratinha”… Sentia a sua humidade nascer dentro de si e inundava a boca dele… O seu mel misturava-se coma a saliva dele… Foi mais forte e não conteve um orgasmo violento que lhe arrancou um grito da garganta e uma convulsão no corpo… Estremeceu e gemeu enquanto ele com a boca e língua lhe dava prazer imenso…
Ainda não estava refeita do orgasmo e já sentia o peso dele sobre o seu corpo… Ajeitou-se debaixo dele… Abriu as pernas e ofereceu-lhe o corpo… Sentia no ventre o membro rijo a procurar a sua fonte de prazer… Abriu o mais que pode as coxas para se oferecer por completo… Ele ajoelhou-se entre as suas pernas, inclinou-se sobre ela e ela agarrou-o pelas costas com as unhas a arranhar-lhe a pele e sentiu-o entrar em si docemente… O seu corpo ardia por dentro… Sentia aquele pénis penetrar-lhe a carne que se abria para ele… Sentia como que tivesse sido feita somente para receber o pénis daquele homem, duro e latejante que lhe afagava as entranhas… Ele suavemente entrava nela…Em movimentos cadenciados e suaves que lhe arrancavam suspiros e gemidos de prazer imenso… Ele aninhado entre as pernas dela agarrou-lhe a cintura fortemente e ergueu-a, ela ficou como que sentada nas coxas dele e sentiu-o entrar profundamente no corpo com o seu peso e pela força que ele fazia na sua cintura e nas suas ancas… Quase nem se podia mover pela posição, somente ele lhe comandava o ritmo… O doía-lhe o corpo de tanto prazer e ardia por dentro… Deixou-se cair para trás abandonada a este “suplicio”… Ficou deitada de costas na cama e sentia sobre o seu o corpo do homem estremecer… O seu orgasmo tinha-a domado por completo e ainda a dominava em convulsões do corpo…Assim deitada sentiu ele retirar-se de dentro de si e um jacto de esperma regou-lhe o corpo desde o ventre até ao rosto… Novo jacto caiu sobre os mamilos dos seios e descia pelo arredondado dos seios como neve cobre o cume das montanhas… Depois ele desfaleceu sobre o seu corpo e ali ficaram exaustos, deitados, ele sobre ela… Deitados lado a lado recuperavam as forças do desejo desaguado corpo no corpo e pele na pele…Ele vestia-se só com a pele, no corpo dela, o belo lingerie estava em desalinho pela “luta” travada entre os dois corpos na procura de dar a cada um mais e mais prazer…
O maior prazer que tiveram, foi o de sentirem, que cada um, sentia prazer ao dar prazer ao outro…
Assim com desejo e prazer se entregaram…
Depois de um banho a dois sorriam…
O computador continuava estacionado em cima da secretária dele à espera de resolução…
Ela aos poucos foi tomando conta da realidade… Enquanto se vestiam ele falou…
- Foi das melhores sensações que tive ao estar como uma mulher… És fantástica! Mas nem sei o que dizer…
- Não digas nada, por vezes devemos deixar as coisas acontecer e não questionar… Agradeço-te com um obrigado, hoje aqui contigo senti-me verdadeiramente mulher desejada… Obrigada!...
- Não entendo…
- Explico-te… Eu já morava aqui quando apareceste… Senti um arrepio quando te vi pela primeira vez os teus olhos e desde aí o desejo de estar deitada debaixo de ti e assim ter os teus olhos junto dos meus nunca mais me abandonou, a cada dia esse desejo era mais intenso, a vontade de beijar a tua boca sensual era insuportável… Ela fez uma pausa e continuou. - Eu já tive alguns namorados… nenhum me possuiu como tu…nunca soube o que é ser desejada assim… Fizeste-me feliz nestes momentos… Somente sabia o que era deitar-me, ter o homem em cima de mim, ele ejaculava e depois acabava… Algumas vezes sem um beijo… E olha que já tive três namorados… Quando te vi, senti um desejo enorme, nós mulheres também temos esses desejos… Tinha um desejo que me fazia doer, desejo de te ter somente por prazer, sentir o prazer de ser desejada… Achava que tu me farias sentir isso… E não me enganei…
Vim aqui com o desejo de estar contigo tal e qual como estive… Pelo simples prazer do desejo que tinha por ti e pelo desejo de te ter… Tive-te dentro de mim tal como esperava que estivesses… Foste igual ao que eu tantas e tantas noites imaginei… Tantas vezes me acariciei a pensar em ti… Vi-te a trazer namoradas para casa e eu ficava ali ao lado a imaginar-me debaixo de ti… Acariciava-me e bastava-me… Assim te tinha e amava…Hoje não resisti e aqui vim… O PC apesar de estar com problemas, foi uma desculpa para cá vir… Ainda bem que o teu amigo desmarcou o jantar… Espero que desmarque amanhã outra vez…
Ele nem sabia o que dizer…
- Não sei o que te dizer, mas sempre digo… Nunca tive uma mulher que me desejasse tanto como senti que me desejavas… As namoradas eram horas de desejo e necessidades que um homem tem…
- Eu entendo, as mulheres também sentem isso…
- Imagino que sim… Nunca pensei que pudesse acontecer contigo, aconteceu e sinto-me muito bem…
- Vim aqui com o desejo do prazer de te ter… Assim! Senti-me feliz!
- Já é tarde e nem reparei o computador…
- Pois………………. Então amanhã volto aqui à mesma hora! Posso?

- Claro que podes…

quinta-feira, 14 de maio de 2015

Hoje Sonho-te... Como Emmanuelle


Hoje Lua-Cheia…
… E sonho-te…
Estou só… Sonho contigo… Sonho com o teu corpo, com as tuas pernas, com as tuas mãos, com o teu rosto, com o teu olhar, com a tua boca… Sonho com as tuas mãos no meu corpo e com as minhas no teu…
Imagino-te com o teu vestido de tecido leve… Que molda e denuncia os contornos do teu Corpo…Quando te sentas no sofá e o tecido fino do vestido mostra-me o teu corpo…
Sentada sorris quando as alças descaem dos ombros e me mostram os teus seios…
Quando tal como a”Emmanuelle” cruzas as pernas, o vestido sobe e as tuas pernas nuas surgem…
… Imagino e sonho-te…
Queria…
Queria estar contigo…
Queria ver-te na minha frente assim…
Sentada…
Pernas cruzadas…
Vestido subido…
Tocar-te… Sentir-te… Acariciar-te…
Nesta noite de Lua-Cheia…
Assim ao luar que entra pela janela…
Assim te tocar e a tua pele macia sentir…
Deixar as mãos na tua pele de seda acariciar…
Sentir-te… Sentir-te… Sentir-te…
Fecho os olhos para te ver…
E assim te poder Amar!...
Com Carinho Te ter…
… … … … …

Nesta noite de Lua-Cheia és a minha “Emmanuelle”…

quarta-feira, 29 de abril de 2015

Noite de Lua-Cheia

NOITE DE LUA-CHEIA

Chegou já de noite aquela cidade e hospedou-se no único hotel que tinha lugar vago… No hotel decorria uma festa e ele depois desceu do quarto e foi até ao salão onde decorria um baile. Era um baile de gala. Nessa noite não lhe apetecia sair para outro sítio apesar de ser noite de lua cheia que ele tanto adorava.
Ali ficou a observar o baile. A música era agradável e encostou-se a ver os pares de dança a rodar pelo salão. Ficou encostado ali junto da porta ampla que se abria para o salão de baile e observava tudo o que se passava.
Ao fundo viu uma mulher sentada em uma poltrona… Vestido preto algo longo com uma racha que deixava ver uma perna e rendado sobre o peito que lhe moldava os seios redondos…
Aquela mulher prendeu-lhe o olhar e ficou a pensar que gostava de a convidar para uma dança. Pois era uma mulher cativante de sorriso lindo, ela nesse momento sorria para umas amigas e ele percebeu que elas a tentavam levar para dançar. Mas viu que ainda ficou ali sentada como rainha sentada na poltrona.
Foi caminhando em redor da sala e no bar que havia ali pediu uma bebida. Encostou-se ao balcão que ficava no lado oposto onde ela estava e ficou olhando. Aquela mulher parece que o electrizou. Atraia-o como um íman… Talvez telepatia, ou talvez outra coisa qualquer, fez com que os olhares atravessassem a sala e ela viu-o também… Ao longe pareceu-lhe que ela sorria para ele.
Não esperou mais e caminhou pela sala contornando os pares que dançavam e aproximou-se dela. Ficou em pé junto dela ali bem na sua frente. Ela sentada olhava para cima directamente nos seus olhos. Aquele silêncio falava por eles. E algo como uma faísca percorreu-lhes o corpo e ele falou.
- A senhora tem par? É que eu percorri uma grande distância para a vir convidar para dançar….
Ela sorriu, pois percebeu que ele se referia à distância entre o balcão do bar e aquele sítio.
- Não tenho par não, senhor.
Ela viu-o estender-lhe a mão e ela estendeu a dela que sentiu ser agarrada levemente mas firme, pelos dedos da mão dele e um tremor percorreu-lhe o corpo ao sentir na sua a mão dele… Há muito tempo que um homem não se dirigia assim a ela, com delicadeza, mas com firmeza no pedido de dançar. Não conseguiu recusar, mas também porque desejou dançar com aquele homem ali aparecido sem saber de onde. E aqueles olhos penetravam-lhe no íntimo que não conseguia esconder… Parecia que ele via toda a sua alma através dos olhos. E sentiu-se levada até ao meio dos pares dançantes. Ainda conseguiu ver os sorrisos das amigas ao verem-na ser levada a dançar por um desconhecido.
Dançavam… Sentia-se levada no rodar da valsa… Sentia-se presa por aqueles braços e mãos, suavemente presa mas firme… E o que mais a prendia eram aqueles olhos, de onde dificilmente conseguia afastar os seus.
- Porque disse que percorreu grande distância para me convidar para dançar, se estava tão perto ali encostado no balcão do bar?
Ele sorriu e falou…. Aquele sorriso derreteu-lhe todas as defesas que tinha para se defender dele, se ela queria ser defendida…
- Sim…Percorri… Dizia ele ao seu ouvido como sussurro entre a música que se ouvia, mas ela era bem capaz de ouvir aquele murmúrio da voz dele que lhe penetrava o íntimo e lhe sabia tão bem… Aquela voz fez-lhe ter uns pensamentos que nunca imaginou ter… E ele continuou a falar-lhe ao ouvido… - A distância entre o balcão e a senhora não era muita, mas não é fácil eu vir assim pedir a uma mulher para dançar…Por isso, acho que percorri grande distância…
E ela perguntou, por curiosidade e porque queria ouvir outra vez a voz dele assim ao ouvido como um sopro, e sentir a respiração dele assim ali no pescoço.
- Não é fácil você ser assim? Assim como?...
- Porque eu sou meio tímido e sei dançar mal… Por isso…
Ela sentia-se levada na dança como que voasse e achou que ele estava a mentir mas sorriu e deixou-se levar… Ele gostou de ver o sorriso dela e rodou-a em mais uma volta da dança…
Quando a música parou repararam que quase só eles dançavam e todos os olhavam e ela ainda sentia nas suas as pernas dele que se encostavam nas voltas da dança… Ele sentia nas suas, as pernas dela que a saia do vestido pela racha deixava a descoberto…
Saíram do espaço onde dançaram e ele segurava a mão dela, as amigas dela sorriam ao vê-la seguir assim com ele…
Foram até junto do bar e pediram uma bebida para cada um. Enquanto bebiam sentaram-se num sofá que havia ali num recanto da sala e ele disse.
- Obrigado por esta dança. Foi das melhores coisas que me aconteceram nos últimos tempos… Está uma noite linda… Hoje é noite de lua-cheia…
- Sim… Eu sei… Gosto de ver.
- Vamos até lá fora ver a lua?...
- Sim vamos….
E saíram de mão dada como dois namorados… O hotel ficava junto da praia que distava somente o espaço de um amplo jardim… Caminharam pela areia macia, a noite estava amena… Uma brisa fez o cabelo dela esvoaçar e ele achou lindo e ficou a ver com um sorriso.
- De que sorris?
- Ficas linda assim com o cabelo ondulando ao sabor da brisa….
E uma brisa mais forte fez-lhe o vestido leve esvoaçar mostrando uma perna dela até à coxa redonda e sensual…. E ela sorriu para ele… Os sapatos enterravam-se na areia, ela parou e tirou-os ficando com eles na mão… E assim caminharam até junto das ondas que se desfaziam em rendilhado branco na areia fina… Um rendilhado que se assemelhava ao rendado do vestido dela sobre o seu peito………………………………
Caminharam… passo a passo… Lado a lado… Pegou na mão dela… Ela deu-lhe a mão carinhosamente… Olharam-se e sorriram… Sentiu na mão, a mão quente dele… E um calor invadiu-lhe o corpo e a brisa no rosto soube-lhe bem…
O vento leve e fresco fazia-lhe esvoaçar a saia do vestido preto de tecido leve que com os passos se colava às suas pernas e denunciava os contornos sensuais das coxas…
Ele olhou-a de cima a baixo e ela tremeu… Sabia que ele via o seu corpo através e debaixo do tecido e sentiu a pele ficar arrepiada ao sentir aquele olhar que, como que acariciasse a sua pele… Viu os lábios dele desenharem um sorriso e desejou que aqueles lábios a beijassem por inteiro…
Com os dedos entrelaçados caminhavam de mão dada… Ele soltou a mão e colocou-lhe o braço no ombro… Puxou-a e ela encostou-se ao seu corpo… Sentiu-lhe o calor do corpo rijo e percebeu que ele era um homem do trabalho duro…Sentia-lhe os músculos do peito tensos e desejou tocar-lhe…
Ali mais afastados da festa e do rendilhado das ondas ficaram a olhar o mar de águas brilhantes pela luz da lua cheia que estava quase no ponto máximo iluminava a noite amena de brisa suave…
Sentaram-se na areia… Lado a lado… Ele pousou a mão no ombro dela e ela encostou a cabeça ao seu peito… Sentiu-lhe o aroma do perfume que emanava do seu corpo e do seu cabelo e desejou-a intensamente…
Afastou-lhe o cabelo e beijou-lhe o pescoço e ela teve um arrepio ao sentir aqueles lábios na sua pele… E uma onda de desejo percorreu-lhe o corpo inteiro… sentia-se tremer…
Olhou-o…
Olhou-a…
Os lábios desejavam-se… E colaram-se um beijo terno e meigo…
Ela rodou um pouco o corpo e lançou-lhe a mão ao pescoço e ofereceu-lhe a boca sedente de um beijo intenso… O beijo foi longo…longo…e sentiram os sabores e gostos…
Não queriam separar-se desse beijo e desse abraço…
Ela depois sentou-se na sua frente entre as suas pernas e ele abraçou-a assim por detrás… Amparava-lhe o corpo e beijou-lhe o cabelo…
Tacteava com os dedos a sua barriga… Sentia-lhe a pele através do rendado do tecido…Ela encostou-se para trás sentindo esse carinho que a estava a levar pelo éter… Sentiu as mãos dele tocarem-lhe os seios e recostou-se mais no seu peito… Inclinou a cabeça para trás e a sua boca pedia mais um beijo intenso… Foi beijada intensamente…
As suas pernas estavam flectidas e o vestido já em desalinho mostrava as coxas… Sentiu nas pernas as mãos masculinas com os dedos tensos… E deixou que aqueles dedos lhe acariciassem a pele quente…
Sentiu aquela mão atrevidamente a acariciar… Queria mais… E sentiu os dedos dele tocarem-lhe onde a fez tremer e desejar mais… Aquele pequeno pedaço de tecido rendado já não a protegia e ela não queria que aquele ladrão deixasse de roubar-lhe toda a sua sensatez e guiou-lhe a mão para si… O vestido já tinha deixado cair uma alça do ombro e um seio era sustido pela mão dele que sentia o mamilo rijo entre os dedos… Ela suspirou… Rodou o corpo para se dar a ele… Lançou-lhe os braços ao pescoço e colou-se a ele… Abriu-lhe a camisa e acariciou-lhe o peito sentindo a pele quente… Beijou-lhe o peito… E deixou os lábios escorregarem na pele sensível dele…
Já nada importava… A paixão tomava conta deles e das suas vontades… Viu como o desejo dele era intenso… Toucou-lhe… Sentiu-o na sua mão… Sentiu a sua mão molhada… Queria quele pedaço do homem em si… Queria-o sentir… Queria que seu corpo se moldasse ao dele… Desejava que quele corpo a fizesse vibrar e lhe afagasse o interior…
Caíram na areia que serviu de cama… Sentia-o pulsante e intenso… Ele procurava-a… Ela não se conteve e deu-se a ele… Fechou os olhos ao senti-lo… Tremeu… Tremeram… Agarrou-lhe as costas e cravou-lhe as unhas na pele… Ondularam intensamente ali sobe a luz do luar…
Voaram nas asas do infinito… Perderam o tino… E deixaram que aquele anseio os dominasse por completo…
Caíram extasiados na areia… Ela ainda enlaçava o corpo dele com os braços e pernas… sentia-o ainda no seu corpo dormente…
Deixaram os seus corpos retomarem a acalmia e abraçaram-se com um abraço forte…
Depois caminharam lentamente lado a lado de mão na mão…
Ela encostou o seu corpo ao dele e sentia o braço dele no seu ombro… Levava os sapatos na mão… O vento ainda lhe fazia esvoaçar a saia do vestido que se abria pela abertura e mostrava as suas pernas que estavam ainda tremulas…
Ao chegar ao local da festa muitas pessoas já saiam… As amigas dela esperavam-na com olhares inquiridores… Ela sorriu-lhes com um brilho especial nos olhos… E as suas amigas viram que os dois pares de olhos que ali chagavam brilhavam especialmente…
Despediram-se ali e ela disse para as amigas…
- Boa noite… Até amanhã… E não deixou de sentir a mão no ombro até entrar no quarto até o seu vestido preto de saia rodada e ondulante lhe abandonar o corpo e o seu corpo se abandonar ao corpo daquele homem desconhecido que a tinha levado ao éter e depois naquele quarto a levou a voar pelo infinito….


sábado, 17 de janeiro de 2015

Na praia a Lua Iluminou-os

Tinha sido arrastado por amigos até aquela festa.
O baile tinha começado e ele encontrava-se encostado ao balcão do bar daquele hotel, no espaço onde se desenrolava a festa. Vestia calças e casaco e uma camisa que se desapertava sobre o peito… Os amigos tinham-se confundido com as pessoas que compunham a festa e já dançavam com pares femininos que os acompanhavam ao som da música que ecoava na sala. Estava ali a observar todo o ambiente e quase sem vontade de ali permanecer muito mais tempo, quando a vê caminhar pelo espaço em volta da piscina onde se desenrolava o baile como que deslizando debaixo da roupa que trazia vestida… Saia comprida e justa sobre as coxas, que lhe moldava o corpo e deixava ver os contornos das coxas sobe o tecido leve, preto e brilhante, em baixo a saia rodada dava-lhe um ar de elegância extrema… Em cima trazia uma blusa justa ao corpo que deixava perceber todos os contornos do corpo esbelto… Na frente um decote deixava vislumbrar os contornos dos seios que se adivinhavam belos e redondos, com as marcas do bikini na pele bronzeada pelo sol. As mangas compridas e rendadas, a blusa fechava-se com botões nas costas e por detrás abria-se um decote generoso enfeitado com fios que atravessavam o decote…
Ficou com o olhar preso naquela mulher que avançava entre as pessoas que dançavam e a roupa que vestia deixava adivinhar o belo corpo de contornos suaves…
Agora a vontade era ficar ali e poder dançar com aquela mulher que o enfeitiçou. E quando a música calma se começou a ouvir pelo átrio caminhou na direcção dela e pediu-lhe…
- Dance comigo esta música e me fará feliz…
Ela sorriu com a abordagem e não teve coragem de negar a dança, até porque ele era um homem bem interessante.
Dançaram… Mão na mão… A mão dele na sua cintura e a sua no ombro dele… Deslizaram naquele espaço transformado em sala de baile ao som daquela musica que os embalava…
A musica terminou e afastaram-se, ele fez como que uma vénia e agradeceu-lhe o privilégio da dança…
Para lá dos apartamentos do hotel que circundavam a piscina e o átrio que servia de local da festa, ficava a praia ali perto onde o mar se fazia ouvir na sua música de ondas esbatendo-se na areia…
Ele afastou-se até ao parapeito que ficava sobre a praia para fumar um cigarro e viu-a ali a olhar o horizonte.
- Então a Menina já deixou o baile?
- Já… E já não sou uma menina… Não encontrei ninguém interessante para dançar e mais ninguém que ficasse feliz em dançar comigo… Disse num sorriso.
- Dançar contigo foi um privilégio! Agora vim aqui fumar um cigarro e apeteceu-me passear pela praia… Queres fazer-me companhia? Está um luar maravilhoso de Lua-cheia…
- Sim!... Vou contigo, também gosto da Lua-cheia.
Caminharam pela areia… Ela tirou os sapatos e segurou-os na mão… A lua iluminava… O mar chamava… E, foram pela areia caminhando com passos lentos… Quando deram por si estava de mãos dadas como dois namorados… Ali onde as ondas se desfaziam na areia em rendilhado de espuma, iluminado pela lua parecia colcha de prata… Uma onda mais atrevida estendeu-se mais pela areia e molhou-lhe os pés e a orla rodada da saia preta, os brilhantes da saia iluminavam-se pela luz da lua…
- O teu vestido parece um céu estrelado…E o teu rosto lindo, a lua…
Ela com a mão livre levantou um pouco a saia molhada pelas ondas e sorriu…
Caminharam mais um pouco pela areia e ali á frente sentaram-se no declive de uma pequena duna de areia com as pernas estendidas, as ondas levavam o rendilhado até junto dos seus pés como que convidando a deitarem ali os corpos naquela noite de Lua-cheia…
Ele colocou-lhe a mão no ombro e ela recostou-se no seu peito…
Os corpos sentiram o calor, um do outro…
E os dois sentiram um tremor…
Olharam-se nos olhos e foi impossível resistir aquele beijo que colou os lábios…
Muitas ondas deslizaram pela areia da praia iluminada enquanto durou aquele beijo…
- A lua é mágica!... Não achas?... Disse ela…
- Sem dúvida que é!...
- Achas que fazemos falta na festa?...
- Creio que não… Acho que passam bem sem nós… A Lua-cheia e este mar chamaram-nos porque precisam mais de nós que aquela festa ali…
- Sim… Então é melhor fazer-lhes companhia…. E estendeu os braços em volta do pescoço dele e ofereceu-lhe outra vez os lábios…
Só um beijo não chegava… O abraço foi-se apertando e as mãos foram descobrindo os corpos…Por entre os botões desapertados da camisa sentia a mão dela e os dedos acariciando-lhe o peito…
Sobre o tecido fino sentia o corpo tremente dela… Os dedos caíram na pele do peito e sentiram a pela bronzeada marcada pelo bikini e debaixo da blusa sentiu-lhe os seios com os mamilos rijos… Desceu com a mão pelo corpo feminino e pousou na saia que contornava as coxas… Ela pousou a mão na dele e fez força…
O beijo continuava… As línguas, dançavam nas bocas o bailado de paixão e desejo…
As mãos desenlaçaram-se e ela ajudou-o a subir a saia para sentir nas pernas aquela mão quente… Como que a dizer… Toca-me! …Sente-me!
E ele sentiu-A!... Ali recostados na pequena duna de areia naquela praia perdida no meio do oceano…
Debaixo da saia sentia as pernas dela… Quentes… A saia um pouco justa cingia-lhe as mãos às coxas rijas, que ele tacteava com os dedos…
Nas costas sentia a mão dele que se meteu pelo decote e lhe acariciava a pele em toques suaves desde os ombros até á cintura, pois os botões já tinham saltado e franqueavam a pele sedosa daquele corpo feminino…
No seu peito sentia os hábeis dedos femininos, que lhe percorriam a pele liberta da camisa desapertada pela mão dela… Desde o pescoço até à barriga e sua pele foi explorada por aquela mão que ao descer sentiu sobre as calças o seu desejo ardente… E ela soltou um suspiro… Afastou um pouco as pernas num movimento quase involuntário para deixar que aquela mão a sentisse completamente… E ele sentiu-A Ali… Quente entre as coxas…
Na ponta dos dedos sentiu as calcinhas rendadas e adivinhou um enfeite em forma de flor… A ‘flor’ afastou-se e ela sentiu os dedos dele tocarem-lhe a intimidade ardente…
Estremeceu e apertou-se a ele… Na mão sentia em pleno o desejo intenso dele… Movimentos suaves ‘ali’ eram incontroláveis… Arqueou o corpo para sentir dentro de si o dedo daquela mão que lhe tirava a consciência…
Já nada fazia parar aquele desejo….
A flor das calcinhas ficou molhada pelo mel que dela brotou…
A mão dela humedeceu-se com a seiva que ela arrancou daquele corpo que tremeu sobe os carinhos que ela lhe deu….
Ele levou a mão inundada aos lábios e saboreou o gosto dela…
Ela saboreou o gosto dele na mão que o acariciou…
Beijaram-se com mais intensidade… As bocas coladas com desejo, luxúria e paixão… Saboreavam os gostos nesse beijo ao luar da Lua-cheia…
Esqueceram-se da noite de baile e ficaram ali até a Lua-cheia se despedir ao longe quando se deitou nas águas do oceano tingidas de alaranjado, qual colcha de cama que espera dois amantes….

Voltariam a encontrar-se? Talvez um dia…

Levaram a recordação de uma noite de paixão ao luar de Lua-cheia….