quarta-feira, 2 de dezembro de 2015

A Vizinha Tocou...(3)

Nessa noite ao chegar à porta tocou… A porta não se abriu… Esperou… Tocou outra vez…
Deitou a mão ao puxador e com surpresa constatou que estava aberta, como um ladrão entrou pé ante pé… Vestia um vestido curto, justo, vermelho com pintas brancas, de alças… Encontrou-o nu no quarto de banho encostado à banca lava-mãos…
- Assustaste-me ao ter a porta aberta… Coloca a toalha na cintura, quero ser eu a tirar… Descalçou-se e desceu as alças dos ombros… Pousou-lhe as mãos nas ancas e beijou-o… Ele encostado deixou-se levar por ela… A toalha caiu-lhe da cintura… Dos ombros desceram as alças e nas coxas subiu o vestido para deixar as pernas abrirem-se assim deitada no chão do quarto de banho e com as pernas abraçar-lhe o corpo masculino que se deitou sobre ela… E o chão do quarto de banho serviu como leito onde eles soltaram mais uma vez o desejo de volúpia e paixão… Nas costas sentia o frio do chão, sobre o corpo sentia o calor do corpo dele… Dentro de si sentia-o a pulsar de desejo… A cada estocada dele arqueava as ancas para o receber mais fundo na sua fonte de prazer... Abraçou-lhe a cintura com as pernas a prendeu-o a si… Queria-o ali dentro mais e mais…
Aquela dupla personalidade deles deixava-os mais sedentos de desejo que à noite soltavam um no outro… O maior prazer era darem prazer um ao outro…
- Nunca me senti assim desejada… Eu sei que um dia isto acabará… Tanto da tua parte como da minha, mas quero usufruir o máximo de todos estes momentos lindos que temos proporcionado um ao outro… Desejo por prazer, prazer pelo desejo… Assim me sinto!... Durante o dia quando penso em ti sinto-me húmida, é difícil e doloroso esconder e aguentar… Obrigada por me fazeres sentir uma mulher desejada… Quero que me sintas assim… Somente…




Os dias passavam e o computador continuava estático em cima da secretária dele…

domingo, 15 de novembro de 2015

A Vizinha Tocou...(2)

.................... 


............... ..... No dia seguinte de manhã, encontraram-se no elevador… Ele olhou-a e disse bom dia… Ela vestia como sempre e respondeu, mas com o ar distante de sempre, ninguém imaginaria que o se tinha passado entre eles na noite anterior…
À noite à mesma hora…Tocou na campainha do apartamento dele…
Ele com a toalha atada à cintura abriu…
- Desculpa o incómodo, vinha ver se o meu computador já estava pronto.
- Ainda não, hoje ainda não lhe toquei, entra, vem ajudar-me…
Ela entrou… Calçava sapatos de salto alto…
Mini-saia e casaco, uma bolsa pequena ao ombro… Ficou parada à porta a olhar o chão…
- Sinto-me como uma fêmea que vem à procura de macho… Queres ser o meu macho? Sinto-me assim hoje!... 
A porta fechou-se…………………
Ele pegou-lhe na mão com carinho…Ela rodou o corpo e ficou de costas, ele soprou-lhe o cabelo e o pescoço num sopro suave…
- Que bom! Disse ela… - Tão bom!!!... Depois Beijou-a nos lábios, no rosto e no pescoço com suavidade… Levou-a até ao sofá e agarrou-a por detrás pela cintura… Deixou a toalha cair… Apertou-lhe a barriga e de um impulso abriu-lhe o casaco, os botões saltaram como que disparados… De roupa interior ela só trazia uma tanguinha que ele depois descobriu… Agarrou-lhe os seios e inclinou-a sobre o assento do sofá, ela apoiou os joelhos no assento e as mãos no encosto… A bolsa ainda no ombro caiu-lhe sobre o braço… Com as pernas um pouco afastadas sentia nas coxas o pénis dele roçar-lhe a pele… Ele tentava levantar-lhe a saia, mas sendo justa não facilitava… Simplesmente agarrou e fez força, as costuras não resistiram e soltaram-se separando a saia em dois pedaços… A tanguinha parecia que queira protege-la, mas era barreira insuficiente para tanto desejo deles… Uma mão arrancou a tanguinha que se despediu do corpo dela em bocados… Ela arqueou as ancas e recebeu-o assim por detrás como uma fêmea recebe o macho… Uma estocada quase lhe tirou os sentidos e eles gritaram de prazer… Suspiros ofegantes saiam das gargantas deles e instantes depois um clímax atingiu aqueles corpos sedentos de desejo e prazer um pelo outro…
A noite foi longa… Ou pequena, para eles… Deixaram o prazer de se terem dominar-lhes os sentidos…
De dia eram iguais a todos os dias, poucas palavras trocadas, quase desconhecidos…
À noite soltavam o instinto animal e entregavam-se um ao outro pelo desejo de sentirem prazer…

 O computador continuava em cima da secretária dele….......................

sexta-feira, 15 de maio de 2015

A Vizinha Tocou...(1)

Acabava de tomar banho quando tocaram à campainha da porta insistentemente...
Enrolou a toalha em volta da cintura e foi ver quem era...
Ainda com o corpo molhado vai até à porta para abrir... Pensava que seria o amigo dele, pois tinham combinado sair pra ir jantar e gozar um pouco a noite..... Com este pensamento deitou a mão ao puxador da porta...
Agora lembrou-se que o amigo tinha telefonado a dizer que não podia ir e tinha desmarcado o jantar... Mas… Tarde demais!!... Já tinha aberto a porta e ela estava ali na sua frente, ele só com a toalha em volta do corpo pela cintura... Era a sua vizinha, trazia nas mãos o computador portátil ainda aberto… Vizinha há bastante tempo mas nunca tinham falado.
Já se tinham cruzado várias vezes, mas ele não a achava simpática, ela sempre muito formal, quase sempre vestia saia e casaco, outras vezes calças e casaco, mas normalmente vestia saia, bolsa ao ombro e normalmente uma pasta com documentos no braço, usava óculos e sempre um pouco distante… Quando passava por ele nas escadas ou no elevador quase nem falava, era preciso ele dizer sempre primeiro bom dia ou boa tarde para ela responder, se ele nada dizia ela também não falava…
Estava ali em frente da porta com a toalha atada à volta da cintura, o corpo ainda a escorrer água e como não esperava aquela visita ficou mudo de espanto… Ali a vizinha parecia-lhe outra mulher…
Vestida da mesma forma mas muito mais elegante, ou ele naquela situação assim a via… Saia mais curta que normalmente e casaco, debaixo do casaco não vislumbrou mais nada a não ser a pele dela, e, pelo decote que o casaco deixava, podia ver que colado à pele o soutien protegia os seios. Protegia e mostrava-os sedutores… Pensou…
«- Será esta a mesma mulher com quem me cruzo tantas vezes e parece que está noutro planeta… Uma mulher que não parece deste mundo? Agora aqui, está uma mulher atraente demais…»  
Perante esta aparição na sua porta nem sabia o que dizer.
- Olá, desculpa receber-te assim, mas não te esperava, pensei que era um amigo que vinha chamar-me para ir jantar.
- Oh, desculpa… Não quero incomodar. Vinha pedir-te um favor mas então venho noutro dia…
- Não faz mal e o meu amigo até já desmarcou o jantar, eu é que tinha esquecido e abri a porta neste estado a pensar que era ele.
- Ok!... Mas não te preocupes, por mim estás bem assim… E sorriu… - mas posso entrar então? É que tenho um problema no computador e vinha pedir-te ajuda.
Reparou então que ela trazia o PC portátil na mão e ainda aberto…
- Sim entra!... Eu vou vestir-me e já volto…
- Não precisas, podes estar assim que eu não me incomodo nada.
- Eu não sei se consigo resolver-te o problema.
- Acho que sim! Acho que és capaz e eu ainda precisava terminar um trabalho hoje.
O apartamento era pequeno, ele tinha a secretária no quarto, ali é que fazia os trabalhos que algumas vezes trazia para casa… A vizinha foi atrás dele até ao quarto, ele pousou o computador em cima da secretária e ele sentou-se para tentar resolver o problema que ela tinha no computador… Sentia-se um bocado constrangido por estar só com uma toalha em volta da cintura, mas reparava que a sua vizinha estava muito mais à vontade que ele. Enquanto ele vasculhava o PC, ela sentou-se descontraidamente na cama, cruzou as pernas e apoiou os braços para trás e ficou a vê-lo trabalhar… Assim sentada a saia subiu e mostrou umas belas pernas, bem torneadas e envoltas numas meias de seda que terminavam num rendado sobre as coxas que se divisavam em parte pela saia subida… Ele não a via neste estado de sedução, pois ela estava atrás dele, sentada na cama desapertou mais o casaco enquanto ele tentava resolver o assunto no computador… Já só sobrava um botão apertado no casaco dela quando ele rodou a cadeira e se levantou para ir buscar um CD com suporte informático que o auxiliasse naquele problema do portátil dela… Ficou estático ao vê-la assim… O casaco deixava ver todo o peito dela até abaixo do soutien que agora se via por completo… Os pés no chão com sapatos de salto alto, pernas dobradas com as coxas embelezadas pelo rendado das meias que a saia agora ainda mais subida mostrava sedutoramente…
Com os movimentos de sentar e levantar, a toalha soltou-se e ao levantar-se caiu-lhe… Ele ficou nu na frente daquela mulher que ele sempre via como antipática e sem atracção, agora estava ali na frente dele com o casaco quase aberto, soutien visível por completo, com os seios belos e redondos que ele achou nunca ter visto iguais, pernas compridas e com as coxas assim envolvidas naquele rendado, achou que era uma imagem bela demais e incrivelmente sedutora para ser verdade… Teve que fazer um esforço enorme para se conter ao primeiro impulso…
Ela viu-o ali junto de si, nu, totalmente depilado e o desejo que guardou tanto tempo aumentou e não se conteve... Ele ia baixar-se para apanhar a toalha quando ela se levantou, pousou-lhe as mãos no peito e disse…
- Deixa-te estar assim, eu já vi alguns homens nus, não tenhas problemas… Talvez a minha vinda aqui não tenha sido totalmente inocente, talvez com esperança de te ver assim… Nu, só para mim…  
Ele estava sem reacção… Mas aquela “parte” do corpo dele que é comandada pelos sentidos não se conteve, reagiu e mostrou que o cérebro comanda muitas vezes sem o controlarmos, basta os olhos verem… O desejo sobrepôs-se…
Ainda com as mãos no peito dele disse-lhe.
- Eu já não sou uma menina inocente, como talvez penses… Eu também tenho desejos íntimos como todas as mulheres, e, se quando passavas por mim e eu quase nem falava, era porque não conseguia articular nenhuma palavra de tanto desejo que tinha por ti… Podes crer!...
Durante as palavras, ela não se conteve e deixou as mãos desceram do peito dele, uma deslizou até às costas, a outra agarrou-lhe o pénis que mais erecto ficou… Depois encostou-se ao corpo dele beijou-o na boca e deixou o seu corpo sentir o dele… Roçou-se naquele corpo viril, prendeu-se-lhe ao pescoço e sofregamente beijava-o na boca… Depois abaixou-se e foi beijando o corpo dele no caminho entre a boca e o membro erecto…Aninhou-se na frente dele e agarrou-o pelas costas deixando as unhas arranharem-lhe a pele… Ele fechou os olhos e deixou-se embalar naquele sonho bom… Deixou os sentidos soltos e vaguearem ao sabor do desejo… Sentiu o pénis envolvido pela boca quente e doce… Os movimentos de vai e vem eram cadenciados… Ora afastava a boca ao longo do membro erecto até à glande, ora sentia-o entrar entre os lábios que o cingiam até ser totalmente engolido… As sensações eram dolorosas de tanto prazer e desejo… Pousou as mãos nos ombros dela e afastou o casaco que caiu sobre os braços e ela ficou com os ombros nus, as alças do soutien preto davam-lhe mais sedução… Enrolou os dedos no cabelo dela e marcou-lhe o ritmo dos movimentos… Com uma mão agarrava-lhe as nádegas e cravava as unhas na carne dele, ao mesmo tempo sentia a cada impulso que o pénis mais volumoso ficava… Rijo e pulsante… Sabia que a qualquer instante ele ia soltar o sémen e queira-o na boca… Desejava… Queria sentir um orgasmo junto com ele… Assim aninhada, com a saia subida nas coxas deixou uma mão entrar debaixo da tanguinha e acariciou-se a si mesmo… Com a mão pressionou a vagina, o dedo médio meteu-se entre os lábios carnudos e escorregou para dentro dela… Com a própria mão acariciava-se… Na boca mantinha o membro latejante… Sentiu as nádegas dele ficarem tensas e adivinhou que o momento tinha chegado… Agora agarrou-se com as duas mãos às nádegas, na boca sentiu um espasmo e recebeu um jacto de sémen… No momento o seu corpo estremeceu e um orgasmo inundou-lhe o corpo e os sentidos enquanto o esperma abundante lhe molhava o rosto e caia pelos seios…  
Ele puxou-a e levantou-a… Beijaram-se demoradamente… Até caírem na cama… Ela sentiu o corpo dele sobre o seu e sobe o peso do homem o seu corpo afundou no colchão fofo… Beijou-a longamente cheio de desejo, paixão e luxúria… Beijou-lhe os ombros, com os dentes marcou-lhe a pele… Ela segurava-lhe a cabeça entre os seios e ali sentiu a língua dele molhar-lhe a pele… Arrepiou-se quando sobre o soutien rendado os mamilos foram apertados entre os lábios dele… Nos seios sentia a respiração ofegante do homem que a prendia debaixo do corpo e ela sentia-se bem…
No corpo dela só restava o soutien, as meias, o cinto de ligas e a tanguinha preta rendada… A boca dele desceu-lhe pela barriga e foi encontrar a fonte do prazer… Quente e húmida…
Deitada de costas na cama abriu mais as pernas para o deixar tomar-lhe o corpo com a boca… Sentia a respiração dele, quente, ali entre as pernas… Quando sentiu a língua dele a lamber-lhe os lábios da vagina e o clítoris, teve um estremecimento… Estendeu os braços sobre a cama como a querer agarrar algo que lhe fugia, agarrou com força a colcha da cama e gemeu de prazer quando a língua dele a penetrou… Mais uma vez teve um arrepio quando sentiu a rasgar a renda da tanguinha que os dentes dele arrancavam… Nas coxas os lábios e língua dele vagueavam e deixavam rastos de saliva e prazer no corpo dela… Outra vez foi invadida pela língua dele ali na sua “ratinha”… Sentia a sua humidade nascer dentro de si e inundava a boca dele… O seu mel misturava-se coma a saliva dele… Foi mais forte e não conteve um orgasmo violento que lhe arrancou um grito da garganta e uma convulsão no corpo… Estremeceu e gemeu enquanto ele com a boca e língua lhe dava prazer imenso…
Ainda não estava refeita do orgasmo e já sentia o peso dele sobre o seu corpo… Ajeitou-se debaixo dele… Abriu as pernas e ofereceu-lhe o corpo… Sentia no ventre o membro rijo a procurar a sua fonte de prazer… Abriu o mais que pode as coxas para se oferecer por completo… Ele ajoelhou-se entre as suas pernas, inclinou-se sobre ela e ela agarrou-o pelas costas com as unhas a arranhar-lhe a pele e sentiu-o entrar em si docemente… O seu corpo ardia por dentro… Sentia aquele pénis penetrar-lhe a carne que se abria para ele… Sentia como que tivesse sido feita somente para receber o pénis daquele homem, duro e latejante que lhe afagava as entranhas… Ele suavemente entrava nela…Em movimentos cadenciados e suaves que lhe arrancavam suspiros e gemidos de prazer imenso… Ele aninhado entre as pernas dela agarrou-lhe a cintura fortemente e ergueu-a, ela ficou como que sentada nas coxas dele e sentiu-o entrar profundamente no corpo com o seu peso e pela força que ele fazia na sua cintura e nas suas ancas… Quase nem se podia mover pela posição, somente ele lhe comandava o ritmo… O doía-lhe o corpo de tanto prazer e ardia por dentro… Deixou-se cair para trás abandonada a este “suplicio”… Ficou deitada de costas na cama e sentia sobre o seu o corpo do homem estremecer… O seu orgasmo tinha-a domado por completo e ainda a dominava em convulsões do corpo…Assim deitada sentiu ele retirar-se de dentro de si e um jacto de esperma regou-lhe o corpo desde o ventre até ao rosto… Novo jacto caiu sobre os mamilos dos seios e descia pelo arredondado dos seios como neve cobre o cume das montanhas… Depois ele desfaleceu sobre o seu corpo e ali ficaram exaustos, deitados, ele sobre ela… Deitados lado a lado recuperavam as forças do desejo desaguado corpo no corpo e pele na pele…Ele vestia-se só com a pele, no corpo dela, o belo lingerie estava em desalinho pela “luta” travada entre os dois corpos na procura de dar a cada um mais e mais prazer…
O maior prazer que tiveram, foi o de sentirem, que cada um, sentia prazer ao dar prazer ao outro…
Assim com desejo e prazer se entregaram…
Depois de um banho a dois sorriam…
O computador continuava estacionado em cima da secretária dele à espera de resolução…
Ela aos poucos foi tomando conta da realidade… Enquanto se vestiam ele falou…
- Foi das melhores sensações que tive ao estar como uma mulher… És fantástica! Mas nem sei o que dizer…
- Não digas nada, por vezes devemos deixar as coisas acontecer e não questionar… Agradeço-te com um obrigado, hoje aqui contigo senti-me verdadeiramente mulher desejada… Obrigada!...
- Não entendo…
- Explico-te… Eu já morava aqui quando apareceste… Senti um arrepio quando te vi pela primeira vez os teus olhos e desde aí o desejo de estar deitada debaixo de ti e assim ter os teus olhos junto dos meus nunca mais me abandonou, a cada dia esse desejo era mais intenso, a vontade de beijar a tua boca sensual era insuportável… Ela fez uma pausa e continuou. - Eu já tive alguns namorados… nenhum me possuiu como tu…nunca soube o que é ser desejada assim… Fizeste-me feliz nestes momentos… Somente sabia o que era deitar-me, ter o homem em cima de mim, ele ejaculava e depois acabava… Algumas vezes sem um beijo… E olha que já tive três namorados… Quando te vi, senti um desejo enorme, nós mulheres também temos esses desejos… Tinha um desejo que me fazia doer, desejo de te ter somente por prazer, sentir o prazer de ser desejada… Achava que tu me farias sentir isso… E não me enganei…
Vim aqui com o desejo de estar contigo tal e qual como estive… Pelo simples prazer do desejo que tinha por ti e pelo desejo de te ter… Tive-te dentro de mim tal como esperava que estivesses… Foste igual ao que eu tantas e tantas noites imaginei… Tantas vezes me acariciei a pensar em ti… Vi-te a trazer namoradas para casa e eu ficava ali ao lado a imaginar-me debaixo de ti… Acariciava-me e bastava-me… Assim te tinha e amava…Hoje não resisti e aqui vim… O PC apesar de estar com problemas, foi uma desculpa para cá vir… Ainda bem que o teu amigo desmarcou o jantar… Espero que desmarque amanhã outra vez…
Ele nem sabia o que dizer…
- Não sei o que te dizer, mas sempre digo… Nunca tive uma mulher que me desejasse tanto como senti que me desejavas… As namoradas eram horas de desejo e necessidades que um homem tem…
- Eu entendo, as mulheres também sentem isso…
- Imagino que sim… Nunca pensei que pudesse acontecer contigo, aconteceu e sinto-me muito bem…
- Vim aqui com o desejo do prazer de te ter… Assim! Senti-me feliz!
- Já é tarde e nem reparei o computador…
- Pois………………. Então amanhã volto aqui à mesma hora! Posso?

- Claro que podes…

quinta-feira, 14 de maio de 2015

Hoje Sonho-te... Como Emmanuelle


Hoje Lua-Cheia…
… E sonho-te…
Estou só… Sonho contigo… Sonho com o teu corpo, com as tuas pernas, com as tuas mãos, com o teu rosto, com o teu olhar, com a tua boca… Sonho com as tuas mãos no meu corpo e com as minhas no teu…
Imagino-te com o teu vestido de tecido leve… Que molda e denuncia os contornos do teu Corpo…Quando te sentas no sofá e o tecido fino do vestido mostra-me o teu corpo…
Sentada sorris quando as alças descaem dos ombros e me mostram os teus seios…
Quando tal como a”Emmanuelle” cruzas as pernas, o vestido sobe e as tuas pernas nuas surgem…
… Imagino e sonho-te…
Queria…
Queria estar contigo…
Queria ver-te na minha frente assim…
Sentada…
Pernas cruzadas…
Vestido subido…
Tocar-te… Sentir-te… Acariciar-te…
Nesta noite de Lua-Cheia…
Assim ao luar que entra pela janela…
Assim te tocar e a tua pele macia sentir…
Deixar as mãos na tua pele de seda acariciar…
Sentir-te… Sentir-te… Sentir-te…
Fecho os olhos para te ver…
E assim te poder Amar!...
Com Carinho Te ter…
… … … … …

Nesta noite de Lua-Cheia és a minha “Emmanuelle”…

quarta-feira, 29 de abril de 2015

Noite de Lua-Cheia

NOITE DE LUA-CHEIA

Chegou já de noite aquela cidade e hospedou-se no único hotel que tinha lugar vago… No hotel decorria uma festa e ele depois desceu do quarto e foi até ao salão onde decorria um baile. Era um baile de gala. Nessa noite não lhe apetecia sair para outro sítio apesar de ser noite de lua cheia que ele tanto adorava.
Ali ficou a observar o baile. A música era agradável e encostou-se a ver os pares de dança a rodar pelo salão. Ficou encostado ali junto da porta ampla que se abria para o salão de baile e observava tudo o que se passava.
Ao fundo viu uma mulher sentada em uma poltrona… Vestido preto algo longo com uma racha que deixava ver uma perna e rendado sobre o peito que lhe moldava os seios redondos…
Aquela mulher prendeu-lhe o olhar e ficou a pensar que gostava de a convidar para uma dança. Pois era uma mulher cativante de sorriso lindo, ela nesse momento sorria para umas amigas e ele percebeu que elas a tentavam levar para dançar. Mas viu que ainda ficou ali sentada como rainha sentada na poltrona.
Foi caminhando em redor da sala e no bar que havia ali pediu uma bebida. Encostou-se ao balcão que ficava no lado oposto onde ela estava e ficou olhando. Aquela mulher parece que o electrizou. Atraia-o como um íman… Talvez telepatia, ou talvez outra coisa qualquer, fez com que os olhares atravessassem a sala e ela viu-o também… Ao longe pareceu-lhe que ela sorria para ele.
Não esperou mais e caminhou pela sala contornando os pares que dançavam e aproximou-se dela. Ficou em pé junto dela ali bem na sua frente. Ela sentada olhava para cima directamente nos seus olhos. Aquele silêncio falava por eles. E algo como uma faísca percorreu-lhes o corpo e ele falou.
- A senhora tem par? É que eu percorri uma grande distância para a vir convidar para dançar….
Ela sorriu, pois percebeu que ele se referia à distância entre o balcão do bar e aquele sítio.
- Não tenho par não, senhor.
Ela viu-o estender-lhe a mão e ela estendeu a dela que sentiu ser agarrada levemente mas firme, pelos dedos da mão dele e um tremor percorreu-lhe o corpo ao sentir na sua a mão dele… Há muito tempo que um homem não se dirigia assim a ela, com delicadeza, mas com firmeza no pedido de dançar. Não conseguiu recusar, mas também porque desejou dançar com aquele homem ali aparecido sem saber de onde. E aqueles olhos penetravam-lhe no íntimo que não conseguia esconder… Parecia que ele via toda a sua alma através dos olhos. E sentiu-se levada até ao meio dos pares dançantes. Ainda conseguiu ver os sorrisos das amigas ao verem-na ser levada a dançar por um desconhecido.
Dançavam… Sentia-se levada no rodar da valsa… Sentia-se presa por aqueles braços e mãos, suavemente presa mas firme… E o que mais a prendia eram aqueles olhos, de onde dificilmente conseguia afastar os seus.
- Porque disse que percorreu grande distância para me convidar para dançar, se estava tão perto ali encostado no balcão do bar?
Ele sorriu e falou…. Aquele sorriso derreteu-lhe todas as defesas que tinha para se defender dele, se ela queria ser defendida…
- Sim…Percorri… Dizia ele ao seu ouvido como sussurro entre a música que se ouvia, mas ela era bem capaz de ouvir aquele murmúrio da voz dele que lhe penetrava o íntimo e lhe sabia tão bem… Aquela voz fez-lhe ter uns pensamentos que nunca imaginou ter… E ele continuou a falar-lhe ao ouvido… - A distância entre o balcão e a senhora não era muita, mas não é fácil eu vir assim pedir a uma mulher para dançar…Por isso, acho que percorri grande distância…
E ela perguntou, por curiosidade e porque queria ouvir outra vez a voz dele assim ao ouvido como um sopro, e sentir a respiração dele assim ali no pescoço.
- Não é fácil você ser assim? Assim como?...
- Porque eu sou meio tímido e sei dançar mal… Por isso…
Ela sentia-se levada na dança como que voasse e achou que ele estava a mentir mas sorriu e deixou-se levar… Ele gostou de ver o sorriso dela e rodou-a em mais uma volta da dança…
Quando a música parou repararam que quase só eles dançavam e todos os olhavam e ela ainda sentia nas suas as pernas dele que se encostavam nas voltas da dança… Ele sentia nas suas, as pernas dela que a saia do vestido pela racha deixava a descoberto…
Saíram do espaço onde dançaram e ele segurava a mão dela, as amigas dela sorriam ao vê-la seguir assim com ele…
Foram até junto do bar e pediram uma bebida para cada um. Enquanto bebiam sentaram-se num sofá que havia ali num recanto da sala e ele disse.
- Obrigado por esta dança. Foi das melhores coisas que me aconteceram nos últimos tempos… Está uma noite linda… Hoje é noite de lua-cheia…
- Sim… Eu sei… Gosto de ver.
- Vamos até lá fora ver a lua?...
- Sim vamos….
E saíram de mão dada como dois namorados… O hotel ficava junto da praia que distava somente o espaço de um amplo jardim… Caminharam pela areia macia, a noite estava amena… Uma brisa fez o cabelo dela esvoaçar e ele achou lindo e ficou a ver com um sorriso.
- De que sorris?
- Ficas linda assim com o cabelo ondulando ao sabor da brisa….
E uma brisa mais forte fez-lhe o vestido leve esvoaçar mostrando uma perna dela até à coxa redonda e sensual…. E ela sorriu para ele… Os sapatos enterravam-se na areia, ela parou e tirou-os ficando com eles na mão… E assim caminharam até junto das ondas que se desfaziam em rendilhado branco na areia fina… Um rendilhado que se assemelhava ao rendado do vestido dela sobre o seu peito………………………………
Caminharam… passo a passo… Lado a lado… Pegou na mão dela… Ela deu-lhe a mão carinhosamente… Olharam-se e sorriram… Sentiu na mão, a mão quente dele… E um calor invadiu-lhe o corpo e a brisa no rosto soube-lhe bem…
O vento leve e fresco fazia-lhe esvoaçar a saia do vestido preto de tecido leve que com os passos se colava às suas pernas e denunciava os contornos sensuais das coxas…
Ele olhou-a de cima a baixo e ela tremeu… Sabia que ele via o seu corpo através e debaixo do tecido e sentiu a pele ficar arrepiada ao sentir aquele olhar que, como que acariciasse a sua pele… Viu os lábios dele desenharem um sorriso e desejou que aqueles lábios a beijassem por inteiro…
Com os dedos entrelaçados caminhavam de mão dada… Ele soltou a mão e colocou-lhe o braço no ombro… Puxou-a e ela encostou-se ao seu corpo… Sentiu-lhe o calor do corpo rijo e percebeu que ele era um homem do trabalho duro…Sentia-lhe os músculos do peito tensos e desejou tocar-lhe…
Ali mais afastados da festa e do rendilhado das ondas ficaram a olhar o mar de águas brilhantes pela luz da lua cheia que estava quase no ponto máximo iluminava a noite amena de brisa suave…
Sentaram-se na areia… Lado a lado… Ele pousou a mão no ombro dela e ela encostou a cabeça ao seu peito… Sentiu-lhe o aroma do perfume que emanava do seu corpo e do seu cabelo e desejou-a intensamente…
Afastou-lhe o cabelo e beijou-lhe o pescoço e ela teve um arrepio ao sentir aqueles lábios na sua pele… E uma onda de desejo percorreu-lhe o corpo inteiro… sentia-se tremer…
Olhou-o…
Olhou-a…
Os lábios desejavam-se… E colaram-se um beijo terno e meigo…
Ela rodou um pouco o corpo e lançou-lhe a mão ao pescoço e ofereceu-lhe a boca sedente de um beijo intenso… O beijo foi longo…longo…e sentiram os sabores e gostos…
Não queriam separar-se desse beijo e desse abraço…
Ela depois sentou-se na sua frente entre as suas pernas e ele abraçou-a assim por detrás… Amparava-lhe o corpo e beijou-lhe o cabelo…
Tacteava com os dedos a sua barriga… Sentia-lhe a pele através do rendado do tecido…Ela encostou-se para trás sentindo esse carinho que a estava a levar pelo éter… Sentiu as mãos dele tocarem-lhe os seios e recostou-se mais no seu peito… Inclinou a cabeça para trás e a sua boca pedia mais um beijo intenso… Foi beijada intensamente…
As suas pernas estavam flectidas e o vestido já em desalinho mostrava as coxas… Sentiu nas pernas as mãos masculinas com os dedos tensos… E deixou que aqueles dedos lhe acariciassem a pele quente…
Sentiu aquela mão atrevidamente a acariciar… Queria mais… E sentiu os dedos dele tocarem-lhe onde a fez tremer e desejar mais… Aquele pequeno pedaço de tecido rendado já não a protegia e ela não queria que aquele ladrão deixasse de roubar-lhe toda a sua sensatez e guiou-lhe a mão para si… O vestido já tinha deixado cair uma alça do ombro e um seio era sustido pela mão dele que sentia o mamilo rijo entre os dedos… Ela suspirou… Rodou o corpo para se dar a ele… Lançou-lhe os braços ao pescoço e colou-se a ele… Abriu-lhe a camisa e acariciou-lhe o peito sentindo a pele quente… Beijou-lhe o peito… E deixou os lábios escorregarem na pele sensível dele…
Já nada importava… A paixão tomava conta deles e das suas vontades… Viu como o desejo dele era intenso… Toucou-lhe… Sentiu-o na sua mão… Sentiu a sua mão molhada… Queria quele pedaço do homem em si… Queria-o sentir… Queria que seu corpo se moldasse ao dele… Desejava que quele corpo a fizesse vibrar e lhe afagasse o interior…
Caíram na areia que serviu de cama… Sentia-o pulsante e intenso… Ele procurava-a… Ela não se conteve e deu-se a ele… Fechou os olhos ao senti-lo… Tremeu… Tremeram… Agarrou-lhe as costas e cravou-lhe as unhas na pele… Ondularam intensamente ali sobe a luz do luar…
Voaram nas asas do infinito… Perderam o tino… E deixaram que aquele anseio os dominasse por completo…
Caíram extasiados na areia… Ela ainda enlaçava o corpo dele com os braços e pernas… sentia-o ainda no seu corpo dormente…
Deixaram os seus corpos retomarem a acalmia e abraçaram-se com um abraço forte…
Depois caminharam lentamente lado a lado de mão na mão…
Ela encostou o seu corpo ao dele e sentia o braço dele no seu ombro… Levava os sapatos na mão… O vento ainda lhe fazia esvoaçar a saia do vestido que se abria pela abertura e mostrava as suas pernas que estavam ainda tremulas…
Ao chegar ao local da festa muitas pessoas já saiam… As amigas dela esperavam-na com olhares inquiridores… Ela sorriu-lhes com um brilho especial nos olhos… E as suas amigas viram que os dois pares de olhos que ali chagavam brilhavam especialmente…
Despediram-se ali e ela disse para as amigas…
- Boa noite… Até amanhã… E não deixou de sentir a mão no ombro até entrar no quarto até o seu vestido preto de saia rodada e ondulante lhe abandonar o corpo e o seu corpo se abandonar ao corpo daquele homem desconhecido que a tinha levado ao éter e depois naquele quarto a levou a voar pelo infinito….


sábado, 17 de janeiro de 2015

Na praia a Lua Iluminou-os

Tinha sido arrastado por amigos até aquela festa.
O baile tinha começado e ele encontrava-se encostado ao balcão do bar daquele hotel, no espaço onde se desenrolava a festa. Vestia calças e casaco e uma camisa que se desapertava sobre o peito… Os amigos tinham-se confundido com as pessoas que compunham a festa e já dançavam com pares femininos que os acompanhavam ao som da música que ecoava na sala. Estava ali a observar todo o ambiente e quase sem vontade de ali permanecer muito mais tempo, quando a vê caminhar pelo espaço em volta da piscina onde se desenrolava o baile como que deslizando debaixo da roupa que trazia vestida… Saia comprida e justa sobre as coxas, que lhe moldava o corpo e deixava ver os contornos das coxas sobe o tecido leve, preto e brilhante, em baixo a saia rodada dava-lhe um ar de elegância extrema… Em cima trazia uma blusa justa ao corpo que deixava perceber todos os contornos do corpo esbelto… Na frente um decote deixava vislumbrar os contornos dos seios que se adivinhavam belos e redondos, com as marcas do bikini na pele bronzeada pelo sol. As mangas compridas e rendadas, a blusa fechava-se com botões nas costas e por detrás abria-se um decote generoso enfeitado com fios que atravessavam o decote…
Ficou com o olhar preso naquela mulher que avançava entre as pessoas que dançavam e a roupa que vestia deixava adivinhar o belo corpo de contornos suaves…
Agora a vontade era ficar ali e poder dançar com aquela mulher que o enfeitiçou. E quando a música calma se começou a ouvir pelo átrio caminhou na direcção dela e pediu-lhe…
- Dance comigo esta música e me fará feliz…
Ela sorriu com a abordagem e não teve coragem de negar a dança, até porque ele era um homem bem interessante.
Dançaram… Mão na mão… A mão dele na sua cintura e a sua no ombro dele… Deslizaram naquele espaço transformado em sala de baile ao som daquela musica que os embalava…
A musica terminou e afastaram-se, ele fez como que uma vénia e agradeceu-lhe o privilégio da dança…
Para lá dos apartamentos do hotel que circundavam a piscina e o átrio que servia de local da festa, ficava a praia ali perto onde o mar se fazia ouvir na sua música de ondas esbatendo-se na areia…
Ele afastou-se até ao parapeito que ficava sobre a praia para fumar um cigarro e viu-a ali a olhar o horizonte.
- Então a Menina já deixou o baile?
- Já… E já não sou uma menina… Não encontrei ninguém interessante para dançar e mais ninguém que ficasse feliz em dançar comigo… Disse num sorriso.
- Dançar contigo foi um privilégio! Agora vim aqui fumar um cigarro e apeteceu-me passear pela praia… Queres fazer-me companhia? Está um luar maravilhoso de Lua-cheia…
- Sim!... Vou contigo, também gosto da Lua-cheia.
Caminharam pela areia… Ela tirou os sapatos e segurou-os na mão… A lua iluminava… O mar chamava… E, foram pela areia caminhando com passos lentos… Quando deram por si estava de mãos dadas como dois namorados… Ali onde as ondas se desfaziam na areia em rendilhado de espuma, iluminado pela lua parecia colcha de prata… Uma onda mais atrevida estendeu-se mais pela areia e molhou-lhe os pés e a orla rodada da saia preta, os brilhantes da saia iluminavam-se pela luz da lua…
- O teu vestido parece um céu estrelado…E o teu rosto lindo, a lua…
Ela com a mão livre levantou um pouco a saia molhada pelas ondas e sorriu…
Caminharam mais um pouco pela areia e ali á frente sentaram-se no declive de uma pequena duna de areia com as pernas estendidas, as ondas levavam o rendilhado até junto dos seus pés como que convidando a deitarem ali os corpos naquela noite de Lua-cheia…
Ele colocou-lhe a mão no ombro e ela recostou-se no seu peito…
Os corpos sentiram o calor, um do outro…
E os dois sentiram um tremor…
Olharam-se nos olhos e foi impossível resistir aquele beijo que colou os lábios…
Muitas ondas deslizaram pela areia da praia iluminada enquanto durou aquele beijo…
- A lua é mágica!... Não achas?... Disse ela…
- Sem dúvida que é!...
- Achas que fazemos falta na festa?...
- Creio que não… Acho que passam bem sem nós… A Lua-cheia e este mar chamaram-nos porque precisam mais de nós que aquela festa ali…
- Sim… Então é melhor fazer-lhes companhia…. E estendeu os braços em volta do pescoço dele e ofereceu-lhe outra vez os lábios…
Só um beijo não chegava… O abraço foi-se apertando e as mãos foram descobrindo os corpos…Por entre os botões desapertados da camisa sentia a mão dela e os dedos acariciando-lhe o peito…
Sobre o tecido fino sentia o corpo tremente dela… Os dedos caíram na pele do peito e sentiram a pela bronzeada marcada pelo bikini e debaixo da blusa sentiu-lhe os seios com os mamilos rijos… Desceu com a mão pelo corpo feminino e pousou na saia que contornava as coxas… Ela pousou a mão na dele e fez força…
O beijo continuava… As línguas, dançavam nas bocas o bailado de paixão e desejo…
As mãos desenlaçaram-se e ela ajudou-o a subir a saia para sentir nas pernas aquela mão quente… Como que a dizer… Toca-me! …Sente-me!
E ele sentiu-A!... Ali recostados na pequena duna de areia naquela praia perdida no meio do oceano…
Debaixo da saia sentia as pernas dela… Quentes… A saia um pouco justa cingia-lhe as mãos às coxas rijas, que ele tacteava com os dedos…
Nas costas sentia a mão dele que se meteu pelo decote e lhe acariciava a pele em toques suaves desde os ombros até á cintura, pois os botões já tinham saltado e franqueavam a pele sedosa daquele corpo feminino…
No seu peito sentia os hábeis dedos femininos, que lhe percorriam a pele liberta da camisa desapertada pela mão dela… Desde o pescoço até à barriga e sua pele foi explorada por aquela mão que ao descer sentiu sobre as calças o seu desejo ardente… E ela soltou um suspiro… Afastou um pouco as pernas num movimento quase involuntário para deixar que aquela mão a sentisse completamente… E ele sentiu-A Ali… Quente entre as coxas…
Na ponta dos dedos sentiu as calcinhas rendadas e adivinhou um enfeite em forma de flor… A ‘flor’ afastou-se e ela sentiu os dedos dele tocarem-lhe a intimidade ardente…
Estremeceu e apertou-se a ele… Na mão sentia em pleno o desejo intenso dele… Movimentos suaves ‘ali’ eram incontroláveis… Arqueou o corpo para sentir dentro de si o dedo daquela mão que lhe tirava a consciência…
Já nada fazia parar aquele desejo….
A flor das calcinhas ficou molhada pelo mel que dela brotou…
A mão dela humedeceu-se com a seiva que ela arrancou daquele corpo que tremeu sobe os carinhos que ela lhe deu….
Ele levou a mão inundada aos lábios e saboreou o gosto dela…
Ela saboreou o gosto dele na mão que o acariciou…
Beijaram-se com mais intensidade… As bocas coladas com desejo, luxúria e paixão… Saboreavam os gostos nesse beijo ao luar da Lua-cheia…
Esqueceram-se da noite de baile e ficaram ali até a Lua-cheia se despedir ao longe quando se deitou nas águas do oceano tingidas de alaranjado, qual colcha de cama que espera dois amantes….

Voltariam a encontrar-se? Talvez um dia…

Levaram a recordação de uma noite de paixão ao luar de Lua-cheia….

O Electricista

Foi chamado para resolver um problema eléctrico...
Bateu à porta e ela apareceu...
- Foi aqui que chamaram por causa de um problema eléctrico?
Viu um homem à porta de bata de trabalho, só com dois botões apertados, o que mostrava o peito masculino… Os olhos dela, perderam-se por momentos ali naqueles botões desapertados…
- Sim foi!... Entre!...
 Mostrou-lhe onde tinha o problema na electricidade... Umas tomadas na sala e na cozinha não funcionavam bem...
- Vou trocar de roupa, pois cheguei agora do trabalho...
- Por mim pode ficar assim. A senhora está muito bem...
- Não me chame de senhora, não sou tão velha assim.
- Bem... É uma Mulher linda e muito elegante, isso é!...
Ela sorriu e foi até ao quarto a pensar no que aquele homem disse...
No quarto ao despir as calças o fecho prendeu e ela não conseguia solta-lo... Lembrou-se que o electricista devia ter ferramentas que talvez a ajudasse... Veio até onde ele estava pedir auxilio...
- Podia ajudar-me com este fecho das calças?
Ele olhou para ela e ficou paralisado.
Só nesse momento é que ela reparou que já tinha despido a blusa e só vestia o soutien. Tentou ser o mais natural possível e manteve-se firme...
- Ajude-me!.... E ela segurava nas calças, já com o fecho meio desapertado…
O electricista tinha na mão um alicate de corte e aproximou-se dela, olhou-a nos olhos e ela manteve uma calma aparente, porque por dentro sentia uma convulsão. Aqueles olhos penetravam-na… Sentiu as mão dele segurarem as calças e tremeu sem se controlar com o toque inevitável das mãos dele na pele da barriga…
- Olhe… Vou ter que desfazer o fecho pois está mesmo estragado…
- Faça como quiser, depois mando colocar outro…
E ele com o alicate de corte de fios eléctricos, cortou o fecho das calças que se abriram, e, ele pode ver até abaixo as calcinhas de cor lilás com aplicação de renda em torno da cintura… Ela segurou as calças e sorriu…
- Obrigada!... Se não estivesse aqui nem sei se conseguia despir-me…
Ele olhou-a de alto a baixo e o olhar fixou-se nos seios moldados pelo soutien lilás com uma pequena orla de renda a contornar os seios…
A mulher voltou-se e ele ficou a tentar reparar a avaria eléctrica naquela casa…
Foi até ao quarto com o corpo ainda a tremer pela proximidade das mãos duras daquele homem com a sua ‘intimidade’… Um desejo passou-lhe pela mente… “que as mãos daquele homem a tivessem invadido, que se tivessem metido debaixo das calcinhas para sentir o seu calor que era abrasador”… Compreendeu ele não o ter feito… Mas desejava!... Acabou de despir-se e foi tomar um banho quente… No banho fez a depilação completa como sempre, depois deitou-se na banheira, deixou o jacto do chuveiro acariciar-lhe o corpo e demorou o jacto quente ali entre as pernas onde o desejo era imenso…
Saiu do banho perfumada… Vestiu-se… Colocou um conjunto preto de soutien e calcinhas rendadas… Depois vestiu um vestido cingia-lhe o corpo em cima e mostrava os contornos do corpo, a saia do vestido mais solta pendia até à altura dos joelhos… Calçou umas meias que lhe deslizaram nas pernas e cingiram-lhe as coxas com o rendado que se colou à pele sedosa… Sentiu-se sedutora e o desejo que aquele homem a despisse era grande…
Sem inocência, veio até aonde o homem estava e viu-o aninhado junto de uma tomada a fazer umas ligações, ele tinha na mão uma faca de electricista para descarnar os fios…
Ao ouvir passos junto de si rodou o corpo e olhou-a de baixo a cima… Em contra luz a transparência do tecido deixou-o ver as pernas dela até cima e notou-lhe as calcinhas e o soutien na leveza e transparência do vestido…
- Ajuda-me mais uma vez?... Hoje apesar do azar com os fechos tenho a sorte de o ter aqui… Este fecho do vestido também encravou e não consigo fechar… Pode ajudar-me?... E voltou as costas para ele ver como o fecho estava ainda aberto…
Ele levantou-se e viu o fecho quase totalmente aberto… Via o soutien que contornava o corpo e as alças que subiam até aos ombros… Teve um tremor no corpo ao ter ali aquela mulher tão perto e tão sedutoramente vestida…
Ele ficou por detrás dela com a faca de electricista, uma faca bastante afiada. Viu que o fecho estava intacto e nada o prendia… Pensou: - Que será que esta mulher pretende? Vou tentar saber…
Ela viu-o com a faca na mão e sentiu um arrepio, não com medo que ele lhe fizesse mal, mas o perigo daquela lámina cortante junto da sua pele causava-lhe excitação… Sentiu as mãos dele pousarem-lhe nas costas e os dedos dele na pele, o seu corpo tremia sem saber o que podia acontecer… Sabia que tinha ido ali pedir ajuda desnecessária… Tinha a consciência de provocar uma situação de desejo que lhe consumia o intimo…
- O fecho do teu vestido está bom… (reparou que ele já a tratou por tu e gostou…) que queres que faça?... Fecho ou deixo estar assim?...
- Faz o que entenderes… Disse com tom convidativo na voz…
Os movimentos dele eram lentos… Cadenciados e meticulosos… Pegou na faca e passou a lámina pela pele das costas dela… O contacto daquele metal frio e cortante excitou-a imenso… Queria sentir mais… Sabia que ia sentir… E sentia a ponta da faca a deslizar na pele das costas… Um arrepio intenso de prazer invadiu-lhe o corpo quando ele pressionou a lâmina na pele, sentiu dor, mas uma dor que lhe causava prazer… Rodeou-lhe o corpo com um braço, apertou-lhe os seios moldados pelo soutien rendado que ele sentiu nos dedos sensíveis, o tesão dele subiu e ela sentiu-o nas nádegas tenuamente protegidas pelo vestido… De seguida ele meteu as mãos debaixo do vestido e abraçou-a com a faca numa das mãos, apertava-lhe os seios e a barriga enquanto lhe mordia ao de leve os ombros e sentia nos lábios a pele feminina macia, sedosa e perfumada… Depois virou a faca para a frente e cortou o vestido desde o decote até à barriga… Ela teve um arrepio de prazer misturado com o receio de ser ferida… Um medo que lhe causava tesão… O vestido já não importava, queria era sentir aquele homem com toda a sua força…
Inclinou-a sobre a mesa, arrancou-lhe as calcinhas, beijou-lhe as nádegas, mordeu-lhe a pele e lambeu-a profundamente… Ela suspirava com prazer e tesão que aquele homem lhe dava… Agarrou-a com força pela cintura e penetrou-a por detrás… Entrou nela profundo…Apoiou as mãos em cima da mesa e gemia de prazer ao sentir-se penetrada pelo homem… Sentia-se fêmea a ser montada… Delirava de prazer e desejo… Sentia-se agarrada fortemente pelo braços masculinos e empurrava-se de encontro aquele pénis duro e latejante que se lhe afundava no corpo…Sentiu-o sair de dentro de si e foi agarrada de frente para ele…
Viu-o pegar na faca outra vez…
Depois a faca percorreu a pele desde a barriga até ao soutien entre os seios… Ela olhava-o cheia de desejo com aquele perigo da faca que mais tesão lhe causava… Ele meteu a faca debaixo do soutien e forçou…
- Que vais fazer?... Perguntou ela…
Ele não respondeu… A resposta foi, de um golpe forte e preciso cortou o soutien, entre os seios, que caiu em dois pedaços e os seios ficaram ali à mercê dele…
Ele baixou-se um pouco e beijou-lhe os seios com os lábios a rodearem-lhe os mamilos que apertou e mordiscou…
Suspirando ao sentir os lábios dele nos mamilos foi-lhe desapertando a bata de trabalho e acariciou-lhe a pele…
Olharam-se nos olhos…
- Que forma violenta de despires e tirares o soutien a uma mulher… ADOREI!!!!....
Ele pousou a faca na mesa ali ao lado e agora o perigo dela era estar nas mãos daquele homem… Nesse perigo todo, ela entregou-se… O corpo dela, foi assaltado de forma intensa… Pelas mãos do homem, pelos lábios e língua…
Empurrou-o e caíram no chão sobre o tapete… Com ele de costas no chão ela abriu as pernas, ajoelhou-se sobre ele e deixou-se enterrar naquele pénis erecto que apontava para cima… Ondulava as ancas num ritmo louco até o orgasmo lhe invadiu o corpo em chamas… Queria vê-lo explodir para si… Afastou-se um pouco e pegou-lhe o pénis latejante, acariciou-o com as mãos e com a boca, até ele soltar um jacto de sémen que lhe molhou a cara e os lábios… Beijou-o intensamente até o sentir mais calmo…
Caiu sobre ele até a intensidade abrandar…
Depois… Ela foi até ao quarto e ele saiu…
As tomadas tinham que esperar por outro dia para serem consertadas…


sexta-feira, 16 de janeiro de 2015

Ponto “G”… Esse enigma…??...



Ponto “G”…
Esse enigma…??...

Pois… Na minha curiosidade vasculhava e cuscava as prateleiras das revistas. Surgem-me “duas”… QG e COSMOMOLITAN… (não é publicidade!)
Nem costumo comprar muito estas revistas, vou mais na SÁBADO ou VISÃO, também a TV 7 DIAS… Mas desta vez calhou estas…
Pois… Claro… O Ponto “G”…
Uns dizem que existe, outros que é mito…
Outros ainda afirmam que é preciso, é saber tocar com sensibilidade “Aquela ZONA” Feminina!...
Também concordo com essa afirmação.
Verdade seja dita. Eu nunca me preocupei muito em descobrir onde se ‘esconde’ o Ponto “G”, se é que de facto existe… E não me tenho dado nada mal com essa ‘ignorância’… Não tem havido razões de queixa…
Mas sei que há “Ali” um Ponto ESPECIAL que ao ser tocado todo o corpo da Mulher estremece… Será esse o “G”?...
Não sou um miúdo, também não posso dizer que sou um expert.
Conversava um dia com uma Mulher muito Amiga e dizia-me Ela…
- Adoro fazer Amor!... De todas as formas… Mas… Quando sou penetrada por detrás… Normalmente o pénis toca-me num ponto que o meu corpo estremece, fico fora de mim, vagueio no éter, que um orgasmo intenso invade-me e… É tão bom!... Quase a única forma em que sinto o orgasmo ao se penetrada com o pénis…
Fiquei a pensar que ela tem razão… (pode não ser a razão plena…)
Na minha experiência, quando penetro a Mulher por detrás sinto que Ela sente um grande prazer e em momentos o corpo dela entra em “velocidade” de cruzeiro… Outras alturas em que as carícias são com a mão e os dedos penetram a vagina… (gosto de chamar ‘ratinha’… Acho carinhoso…) e ao acariciar há um ‘ponto’ ÚNICO que faz ELA ficar fora de controlo… Até quando a língua actua ‘Naquele’ “SÍTIO” o Corpo Feminino entra em êxtase… E é tão bom ver o prazer da Mulher ao ser tocada assim… Um Prazer que é também o meu prazer…
Outra altura conversando com outra Mulher perguntava-lhe se gostava de ser penetrada por detrás… Disse-me Ela…
- Lá estás tu… Vocês os homens tem essa fantasia de fazer sexo assim… Eu gosto de ver o homem de frente e o que eu gosto mesmo é sentir o pénis duro dentro de mim… Até os corpos estremecerem num orgasmo ou sentir o esperma cair em cima de mim… Que goso isso me dá!.. Mas sim!... Ser penetrada por detrás, gosto muito, sim!... Há qualquer coisa que me faz sentir um prazer enorme mesmo!!!...

É o Ponto “G”!... Já sei!...

Não sou um expert na matéria, mas acho que se sentem bem comigo… E, é um prazer ver e sentir o prazer que têm quando estão comigo!...