Quarto 228


QUARTO 228...

O Quarto Fatal 


Estava a ler um livro na sala de estar daquele hotel onde passava uns dias relaxantes quando ele entrou. Aquele homem que no dia anterior fazia o check-in quando ela fazia também. Achou-o interessante e um pouco misterioso. Essa avaliação causou-lhe curiosidade...

O homem entrou e os olhares cruzaram-se... Ela sentiu um arrepio no corpo que desceu pela barriga e alojou-se no baixo ventre...

" Caramba, já não era uma mulher nova, e, com alguma experiência de vida, como é que aqueles olhos lhe fizeram tremer o corpo?" .... Pensou.

Ele dirigiu-se ao elevador e ela continuou a ler o livro.

Naquela tarde o trabalho correu perfeito e acabou mais cedo. Foi para o hotel e ao entrar, olhando em redor viu-a ali a ler na sala de estar. Aquela mulher que no dia anterior também fazia o registo no hotel. Viu-lhe os olhos inquiridores e apesar de ser mulher madura, percebia-se que era uma dama com elegância e ainda muito atraente. O vestido azul de alcinhas e com racha prolongada deixava ver a perna cruzada. Percebeu que devia ser mulher experiente, pois esse pormenor não a constrangiu quando soube perfeitamente que os olhos dele pousaram na perna que a racha do vestido deixava ver...

Encaminhou-se para o elevador a pensar que essa mulher seria capaz de deixar qualquer homem com a cabeça à roda...

Foi tomar um banho e como ainda era cedo para jantar foi também até à sala de estar do hotel ler a revista Sábado que normalmente comprava.

Ao entrar nesse espaço de relaxamento reparou que os olhos dela o seguiam. Cumprimentou.

- Boa tarde, Senhora.

-- Boa tarde, senhor.

- Estou a ver que a Senhora gosta de ler. E bons livros.

-- Gosto muito de ler. E como estou com tempo aproveito para ler.

- Esse livro é bom. Já o li. 'Lição de Tango' ... Essa autora escreve muito bem.

-- Conhece?

- Conheço sim...

-- Então deu-me mais vontade de ler.

- Mas eu hoje vou ler esta revista porque tem um artigo que quero ler. É também um dos meus vícios, Ler. Ela sorriu.

Ele deixou a revista em cima duma mesa e falou.

- Vou pedir um café para acompanhar na leitura, quer alguma coisa também? Vou pedir para servirem na esplanada porque gosto de fumar um cigarro enquanto leio.

-- Café não... Gosto, mas agora prefiro um chá.

- Pois será. Vou pedir...

-- Boa ideia. Vou fazer-lhe companhia na esplanada.

E os dois saíram até à esplanada.. a esplanada era interior, à semelhança de um claustro. Com  coberturas tipo capim sobre as mesas...

Sentaram-se à esplanada e ele falou.

- Vou apresentar-me. Sou o José Luis. Electricista industrial e estou estes dias por aqui a trabalho.

-- Muito prazer. Sou a Sofia. Eu actualmente não tenho ocupação.... Reformada, digamos... mas fiz várias coisas na vida...  Disse Sofia entre sorrisos.

- Muito bom. Aproveite para viver a vida e gosar muito... A senhora ainda é jovem bastante para aproveitar o bom da vida.

-- Não tão Jovem... Mas tento aproveitar... Agora vamos combinar uma coisa. Conhecemo-nos há minutos, mas... Não me trate por senhora. Gosto mais de ser a Sofia.

- Assim será... Se eu, for o José Luis.

-- Assim será... José Luis...

- Assim está perfeito... Sofia, vou fumar um cigarro se não te incomodar.

-- Está à vontade. Também já fui fumadora. Agora por vezes fumo um cigarro para relaxar. Mas agora aqui até nem tenho.

- Podes ter se quiseres. E o José Luis ofereceu-lhe um cigarro.

-- Obrigada, agora não. Se calhar fumo um no final do jantar..

Sorrindo, cada um ficou na sua leitura e de quanto em vez trocavam algumas palavras.

Passado quase uma hora o José Luis falou.

- Sofia, vou preparar-me para jantar. Adorava a tua companhia. Queres vir comigo, ou tens previsto jantar em algum lugar?

-- Não tenho previsão nenhuma. Iria jantar aqui no hotel. Desde que cheguei ainda não saí daqui. Vou aceitar o teu convite. Vou tomar um banho e preparar-me, se me esperares vou contigo.

- Claro que espero. Será um prazer ter a tua companhia.

-- Eu volto. Não demoro.

Sofia levantou-se e foi até ao seu quarto. Tomou um banho e preparou-se para ir jantar com o José Luis. Enquanto se preparava pensava em como aceitou tão facilmente jantar com esse homem que só tinha conhecido há pouco mais de duas horas. Deixou o vestido azul que trazia e pegou num preto, com mangas e decote prolongado... Escolhia o lingerie para usar, mas deixou o soutien sobre a cama pensando... ="Para que levar se os homens gostam de ver uma mulher sem soutien?... A calcinha ficou indecisa... Levo, não levo... Muitas vezes andava sem calcinha, como naquela tarde...  =Ele há pouco nem imaginava que estava sem calcinha... vou vestir, é rendada, os homens gostam e se fizer falta é fácil de arrancar= 

sorria com estes pensamentos... -ele nem fez menção de querer algo mais íntimo comigo mas é melhor ir preparada=" 

e com estes pensamentos saiu ao encontro do José Luis.

Quando a viu levantar-se e sair para o quarto dela, quase ficou com a certeza que debaixo do vestido a Sofia estava nua... Viu-a caminhar até ao elevador e via uma mulher elegante, apesar de já ser mulher madura, tinha porte sensual. 

Era uma mulher magra, mas que tinha algo de porte altivo e deixaria os homens a olhar ao passar... Quem seria essa mulher que também lhe cativou a atenção?

Foi também preparar-se melhor para o jantar. Voltou e esperou que ela chegasse...

Quando a viu chegar de vestido preto, o perfume dela emanava e o seu corpo reagiu...

-- Vamos? Perguntou a Sofia.

- Vamos sim...

E a Sofia gostou do perfume dele e percebeu que o José Luis gostou de a ver....

Meteram-se no carro dele e seguiram...

- Não te preocupes que não vou raptar-te...

-- Estou tranquila.

- Hoje o dia até me correu bem e a noite ficou excelente. Jantar com a tua companhia é maravilhoso. Mulher bela e elegante.

-- Obrigada pelo elogio.

Entretanto chegaram. Entraram no restaurante e pediram o que queriam para jantar.

-- Gostei do teu convite para jantar...

- É um prazer ter a tua companhia.

-- Também tenho companhia bem agradável.

Jantaram e foram conversando sobre actualidades e assuntos da vida.

- Já te revelei que sou electricista industrial, e que fazias na vida antes de não fazer nada? Perguntou o José Luis.

A Sofia sorriu.

-- Como te disse, agora vou gosando um pouco a vida conforme posso. Não que tenha muitos rendimentos, mas dá para estar tranquila e gosar um bocadinho a vida. Vivo sozinha e quando me apetece saio, marco um hotel e relaxo...

- Fazes muito bem.  Eu, como te disse sou electricista industrial e vivo um pouco pelo mundo. Faço assistências eléctricas em máquinas. Por cá e fora do país.

-- Tens vida de caixeiro viajante...

Ambos riram da analogia da Sofia.

- Sim. Um pouco isso... Quase toda vida profissional foi assim. Mas Sofia, vamos até outro sítio tomar alguma coisa e conversamos mais tranquilos?

-- Mas claro. Vamos.

Saíram do restaurante, meteram-se no carro e foram até um bar com esplanada bem agradável. O mar ficava perto e ouviam-se as ondas.

O José Luis pediu uma garrafa de vinho do Porto.

- Uma garrafa, José Luis?

- Sim... Se não bebermos toda, levamos...

Então o José Luis perguntou.

- Vou ser curioso... A Sofia olhou-o fixamente entre admirada e sorridente...

-- Podes ser o curioso que te apetecer... Disse sorrindo.

- Disseste que já fizeste várias coisas na vida... Conta uma dessas coisas.

-- Comecei a minha vida a ser modelo de moda...

Trabalhei alguns anos como modelo. Não era das melhores mas deu para ganhar algum bom dinheiro que era o que eu pretendia. Mas ainda fiz uns desfiles em França e na Itália...

- Muito bom. Gosto de moda. Embora não entendo muito mas gosto de ver e contemplar.

-- É um mundo muito exigente. Nesse mundo conheci um homem e casei com ele. Ajudou-me em algumas coisas desse mundo, que por vezes é de feras. Tivemos bons momentos mas a relação acabou e a separação foi o melhor. 

- Se não dava, era melhor separar.

-- Foi o que fizemos. Tudo cordialmente. Enquanto andava nos desfiles de moda fui estudando e tirei formação de línguas e falo bem inglês, francês, algo de italiano e espanhol... Isso ajudou a concorrer para hospedeira e trabalhei mais uns anos como hospedeira. 

Viajei bastante. Mas o meu companheiro começou a ter ciúmes por ser hospedeira e também das minhas ausências e foi isso que nos fez separar...

Nessas viagens conheci um fotógrafo de moda. Ele fotografava na área da moda. Conversávamos e ficamos com alguma amizade... Ele já era um senhor maduro. Fiquei muito tempo sem o ver. E numa das minhas últimas viagens para Itália, ele viajava também.

- Muito interessante. É bom reencontrar amigos.

-- Foi bom. Ficamos com contacto e um dia ligou-me a perguntar se eu queria ser modelo fotográfico sénior. Eu já tinha sessenta anos... Tinha deixado os aviões.

- Até era uma boa ocupação e tu tens porte altivo e muita elegância...

-- Obrigada pelo elogio... Como estava livre e solta, porque não fazer? Aceitei.

- Gosto muito de fotografia. Nunca fotografei mulheres nesse contexto.

-- Agora já perdi jeito e estou velha.

- Que nada... Ainda és bem capaz de deixar a cabeça dos homens à roda... E dar bons momentos a um homem...

A Sofia sorriu e disse...

-- Não será bem assim...

- Sou homem e sei do que falo...

-- Mas vou contar tudo.

- Sim. Estou a gostar da tua história.

-- Pronto, fui modelo fotográfico com esse amigo durante muito tempo. Fotografia para publidade... Eventos... Coisas assim... Até fotografia de moda e lingerie...

Uma altura ele sugeriu vivermos juntos. Aceitei... Foi a única decisão na minha vida que não sei se foi boa...

- Não era bom homem?

-- Não diria isso... Tivemos momentos bons... Mas ultimamente não me tratou como cavalheiro... Chegou a ser rude comigo e não consegui viver mais com ele. Sorte que não tinha vendido a minha casa como ele aconselhou. Gosto de ter a minha independência e por acaso procurei não esbanjar o dinheiro e investi nessa casa e num apartamento que me dá um bom rendimento...

- Foi um excelente aposta Sofia...

-- Também achei e agora tenho certeza...

- Então deixaste todas as   actividades e gosas um pouco a vida.

-- É isso mesmo. Sozinha, sem filhos, quando me apetece dou um passeio e relaxo. Desta vez vim parar aqui. E estou a adorar ter-te conhecido. Nunca falei estas coisas com ninguém e sinto-me bem ter falado contigo... 

Gosto do hotel também, só é pena não ter um SPA...

- Compreendo... Mas se quiseres receber uma massagem, fica à vontade que eu acho que faço bem...

A Sofia sorriu e respondeu.

-- Não me tentes que aceito...

- Faria com prazer...queres um cigarro, Sofia?

-- Vou aceitar... Vou contar-te mais umas coisas e o cigarro se calhar vai ajudar a descontrair...

- Sou todo ouvidos... Fica tranquila que tudo o que falares fica entre nós.

-- Há pouco disseste que eu ainda daria momentos bons a um homem....

- Sim... Acho que sim... Tenho certeza.

-- Disse que não seria bem assim e eu explico...

- Conta.

-- Deves calcular que não sou nenhuma virgem... Já tenho 70 anos..

- Setenta?... Não diria... Disse o José Luis admirado...

-- É verdade... Mas como te dizia, não sou nenhuma menininha virgem e não digo que conheci muitos homens, mas conheci alguns... E digo-te... Nunca senti grande prazer no sexo... Acho que isso também influenciou as minhas separações...

José Luis ouvia com atenção...

-- Olha José Luis. Digo-te um segredo meu... Não sou só magrinha de corpo. A minha vagina é muito apertada... Preciso de certa preparação e inicialmente penetração lenta e cuidadosa... Parece que nunca encontrei um homem que compreendesse, e, isso afastava-me um pouco do sexo. O homem com quem fui casada enquanto era modelo, era meio bruto... Nunca me deu prazer... Inicialmente eu até pensava que era natural ser assim, mas comecei a perceber que não... Não sou tonta e informava-me... Aguentei até ir para hospedeira... 

Nessa altura é que as coisas começaram a ficar mais atribuladas porque ele era ciumento... Numa viagem para Itália fiquei lá uma noite num hotel e um dos recepcionistas, jovem, convidou-me para jantar e depois acabamos por dormir Juntos... Ele era mais jovem que eu... Tivemos uma boa noite de sexo... Confesso que foi a única vez que senti verdadeiro prazer no sexo...

O José Luis ouvia com atenção. Percebia que a Sofia precisava desabafar... Ela continuou.

-- Percebi que no sexo podemos ter muito prazer... Como já não ia mudar a mente do meu companheiro decidi que era melhor ficar sozinha... E como ele andava com ciúmes ele aceitou bem a separação... Eu não queria chegar e não sentir o prazer de estar em casa.

- Foi melhor assim Sofia...

-- Estou a contar as minhas coisas mais íntimas... E tu José Luis? Conta-me coisas tuas... Podem ser íntimas também... E a Sofia riu-se... Olha José Luis, eu andei por esses mundos bem loucos, mas não posso dizer que sou uma mulher muito experiente... As minhas andanças e experiências retraíram-me um pouco mas gosto de sexo...

- Acredito sim, Sofia. Sexo tem certa delicadeza. Se não o tratarmos bem pode deitar-nos abaixo... E sexo é tão natural como a sede...

-- E tu, José Luis? Um homem como tu que viaja de terra em terra, deve ter tido muitas conquistas. Quantas mulheres tiveste?..

- Olha Sofia... Não é bem assim como podes pensar... Disse ele entre um sorriso e continuou... Confesso que já tive algumas conquistas, ou fui conquistado...

-- Mas já levaste mulheres para a cama?!!

- Diria antes que fui com elas para a cama... Algumas convidaram-me assim como pra tomar um café... Outras, sedução de parte a parte...

-- Mulheres que te convidaram para a cama? Muito bem, não sei se teria coragem.

- Se um homem pode convidar uma mulher para ir para a cama, porque a mulher não pode fazer? Acho natural...

-- Sim, tens razão. Sentiste prazer? Elas sentiram prazer?

- Certo Sofia... Algumas quiseram repetir... Decerto porque houve prazer... Gosto e tento de tudo para dar prazer à mulher... Só assim acho que vale a pena... Se a mulher não sentir prazer comigo prefiro masturbar-me... Naquele momento dou todo carinho que posso e sei dar... Gosto que a mulher se sinta bem comigo.

-- Achas que eu ainda serei capaz de ter esse prazer no sexo? Já não sou uma jovem... E com a condicionante de eu precisar de ser muito "trabalhada"... Perguntou a Sofia a sorrir meio séria...

- Claro que és!... Toda mulher sente prazer... Basta libertar a mente e deixar a onda sensual invadir o corpo e a mente...

-- Disseste uma verdade... Acho que nunca consegui isso verdadeiramente... O meu último companheiro parece que não era muito virado pró sexo... Cheguei a pensar que era gay... Eu via filmes eróticos... Sei que é filme, mas via aquelas mulheres a ter orgasmos e gemer e eu também queria sentir isso... Um dia confrontei-o. Disse que adorava sentir o prazer que via nos filmes... 

Ele olhou-me e disse-me que a culpa era minha e estava a delirar por ver esses filmes... Que não tinha corpo para levar uma foda boa. Que era muito apertada e assim nunca sentia prazer... Mas eu sabia que podia porque já tinha sentido com o italiano... Zanguei-me... Saí de casa... Sorte que tinha a minha casa que ele insistiu algumas vezes para vender... Mas nunca iria desfazer-me da casa porque gosto da minha independência... Isso traumatizou-me um pouco... Já vão uns dois anos... Fiquei a pensar que era diferente e no sexo nunca iria sentir prazer....

- Não és diferente... Sentirás prazer como todas... O homem, é que tem de saber dar esse prazer... Olha Sofia, já te masturbaste?

-- Sim... Muitas vezes... Quase todos os dias... Não digas a ninguém, mas tenho um pequeno vibrador... E sei que e sou capaz de ter orgasmos... Até gemo e se for na minha casa até grito... Pena não ser um homem... E a Sofia riu-se

- Agora ganhaste pontos na minha consideração... E sorriram os dois...

- Sofia... Está a ficar tarde. Já meia noite... Vamos embora para o hotel?

A Sofia olhou-o... sorriu... Não soube exactamente se o José Luis a convidava para terem sexo...

-- Sim José Luis. Vamos.

Entraram no carro e na viagem a Sofia perguntou.

-- Dizes que o sexo é tão natural como a sede...

- Sim... Natural como a sede e a fome, e o ser humano precisa satisfazer esse desejo... Mas nunca devemos banalizar o acto que é tão belo... E dá prazer... Sexo sem prazer é uma foda... Mas um sexo com prazer é uma boa foda...

-- Entendi...

E seguiram o restante caminho até ao hotel sem falar. Cada um com os seus pensamentos...

A Sofia pensando que gostaria de experimentar o sexo que o José Luis dizia ser bom..

O José Luis pensando que gostaria de dar uma boa foda com a Sofia...

Ambos um pouco retraídos apesar da conversa solta que tiveram...

Ao chegar, a Sofia falou.

-- É mesmo pena este hotel não ter SPA... Agora ia relaxar bem...

- Já me ofereci para te fazer uma massagem para compensar a falta de SPA...

A Sofia sorriu e pensava em aceitar a massagem... Mas no quarto dele ou no seu?... No seu quarto, intimamente não queria, mas se ele a convidasse para o quarto dele decerto ia aceitar...

Entretanto entraram no hotel e dirigiram-se ao elevador... O José Luis disse-lhe.

- Sofia, a oferta da massagem está de pé... Se precisares relaxar, o quarto 228 está à tua disposição e espera-te...

-- Quarto 228?... Bom... Vou até ao meu quarto tomar um banho... Acho que o teu convite é irrecusável? Quarto 228.... Não esqueço...

A Sofia foi até ao seu quarto, tomou um duche rápido para refrescar o corpo, que estava a ferver devido o calor da noite e das conversas com ousadia. Sobre a pele só um vestido leve vermelho de alças finas, com decote prolongado e saiu em direção ao quarto 228... 

Sentia corpo tremer... Já era mulher madura, mas não deixava de ser uma aventura um pouco louca, meter-se assim no quarto de um quase desconhecido... Sabendo que a noite poderia ser louca... E desejava muito isso...

O José Luís desejava que a Sofia aparecesse... Tratou de alguns assuntos que precisava e preparava-se para tomar um banho quando ouviu bater na porta...

.... É a Sofia... Pensou... E abriu a porta assim como estava, só com a toalha enrolada no corpo... Abriu a porta e viu a Sofia... Olhou-a de alto a baixo e ela sentiu que ele a despiu com os olhos... De facto não era muito difícil e o José Luis adivinhou que debaixo do vestido só havia a pele macia daquele corpo que ainda causava arrepio de excitação.

- Entra Sofia... Eu ainda ia tomar um duche rápido...

-- Estás à vontade, eu espero-te, mas não saio daqui sem a massagem que prometeste.

O José Luis riu e foi para o banho.

Sofia olhou-o através do reflexo do espelho que havia e viu-lhe o membro masculino que lhe pareceu com alguma ereção... Sentiu desejo de lhe tocar e agarrar com as mãos...

E pensou...""que pau grande este homem tem..."" Desejou tê-lo nas mãos e beijar... E pensou se aquele pênis grande entraria nela sem lhe doer... Acreditava no José Luis... Mas mas tinha certo trauma do sexo um tanto violento que tinha tido... Queria muito sentir o prazer que aquele homem lhe disse que podia sentir...

 ""Mas este caralho é um bocadinho grande... Será que ele ficará só pela Massagem ou vamos dar uma foda boa como ele diz que sabe fazer?...""

Estava nestes pensamentos e o José Luis voltou do banho só com a toalha em volta da cintura.



....... continua....

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